domingo, 20 de maio de 2018

Escala de Coelho e Savassi de Vulnerabilidade Familiar - Como Usar

Terceiro Vídeo da Série de explicações.



Neste video, são apresentadas orientações básicas àqueles que estão com dúvidas na aplicação da Escala de Vulnerabilidade Familiar (Coelho & Savassi).


Engloba também explicações gerais sobre as sentinelas e seu uso, e resposta às principais dúvidas recebidas por email nos últimos tempos.





 Publicado originalmente em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com

terça-feira, 1 de maio de 2018

Escala de Vulnerabilidade Familiar de Coelho & Savassi

Primeira parte

Estamos publicando aqui neste espaço o primeiro vídeo da Escala de Vulnerabilidade Familiar (antes chamada de Escala de Risco Familiar) de Coelho e Savassi. Haverá uma série de 4 vídeos nos quais as orientações diversas acerca do uso da Escala serão dadas.

No primeiro vídeo, as informações gerais e as origens da Escala de Vulnerabilidade Familiar. Assista:



Nos próximos vídeos:

- Orientações Gerais de uso e possibilidades de aplicação
- Revisão sobre as Evidências já encontradas.
- EVF-CS e o eSUS/ SISAB

Saiba mais: 

Site de Leonardo Savassi sobre a Escala.
Medicina de Família: EVF-CS e o eSUS SIS-AB


Veja ainda:



Publicado originalmente em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Grupo de Trabalho em Atenção Domiciliar

SBMFC cria grupo de trabalho em Atenção Domiciliar


Entenda

No 14o Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade foi estabelecido um grupo de trabalho em Atenção Domiciliar (AD), fundado por sócios da SBMFC e congressistas visando o aprimoramento e qualificação da AD no país, em especial nas vertentes do exercício profissional, da pesquisa e do ensino multiprofissional na área.

A Atenção Domiciliar hoje no Brasil se organiza em 3 eixos (veja apresentação abaixo), sendo a AD1 de responsabilidade da Atenção Primária, enquanto as AD2 e AD3 se relacionam a níveis crescentes de densidades tecnológicas, e são exercidas pelas EMAD com o apoio das EMAP.

Hoje no Brasil há cerca de mil equipes específicas de Serviços de Atenção Domiciliar (SAD):


Assim, a criação do GT agrega a possibilidade de ampliar a discussão neste sentido. 

Saiba Mais:


Email do Grupo de Trabalho Atenção Domiciliar: gtadsbmfc@gmail.com 

Leia também SBMFC entrevista Leonardo Savassi: vamos falar sobre atendimento domiciliar? 12/10/2017. Disponível em http://www.sbmfc.org.br/default.asp?site_Acao=MostraPagina&PaginaId=11&mNoti_Acao=mostraNoticia&noticiaId=1192  Florianópolis: SBMFC, 2017.

Conheça a Associação Brasileira dos Serviços de Atenção Domiciliar:
 https://www.facebook.com/atencaodomiciliar/ 




Leia transcrição do documento de fundação do GT AD SBMFC
Ata da reunião de fundação do Grupo de Trabalho em Atenção Domiciliar da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e ComunidadeLocal: Expo Unimed, Curitiba, sala 15.
Data: 03 de Novembro de 2017,
Horário: 18h 40 min.
No dia 03 de Novembro de 2017, às dezoito horas e quarenta minutos se reuniram no Centro de Convenções Expo Unimed, em Curitiba, Paraná, durante o décimo quarto Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, profissionais de saúde interessados em constituir o Grupo de Trabalho em Atenção Domiciliar da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.
Discutiram-se quais seriam os grandes eixos de desafios encontrados no cotidiano da Atenção Domiciliar, sendo inicialmente identificados:
- Assistência à saúde;
- Formação em Atenção Domiciliar;
- Pesquisa em Atenção Domiciliar;
- Abordagem do Cuidador;
- Exercício profissional.
Os presentes discutiram os desafios e as potencialidades do cuidado realizado no domicílio, e apresentam as seguintes justificativas para a criação do Grupo de Trabalho em Atenção Domiciliar, doravante denominado GT-AD.
Dentro dos desafios da Assistência Domiciliar a Saúde, destacam-se as dificuldades de integração das diferentes profissões para um cuidado em domicílio, a realização de atividades profissionais sem retaguarda institucional, a necessidade de critérios de inclusão em cada  modalidade de cuidados, instrumentos de transição do cuidado de forma efetiva entre os diferentes níveis de atenção domiciliar e os demais pontos da rede de atenção a saúde. Linhas de cuidado em AD são necessárias inclusive para embasar a prática. É necessária ainda a capacitação de profissionais que já estão no serviço.
No eixo da formação, destacam-se as necessidades de aprofundar e estabelecer um perfil de competências necessárias para a definição de um profissional de saúde visitador, entendendo que há competências necessárias para a formação do especialista em atenção primária, mas competências específicas que podem se traduzir na necessidade de um terceiro ano de residência. Demanda ainda cenários de formação diversificados, dentro de uma Rede de Atenção a Saúde ampla, que pode envolver serviços públicos e suplementares de atenção. Entendem a formação em AD hoje insuficiente na graduação, na pós-graduação, mas necessária para uma prática qualificada. E que desde a graduação deve-se fomentar a realização de atividades de estudantes dentro do domicílio.
No eixo da pesquisa, destacam-se as necessidades de apresentar evidências de nossa prática profissional como forma de comprovar, inclusive para gestores de serviços, a efetividade dos resultados assistenciais tanto no aspecto da qualidade da atenção, quanto na otimização de recursos. As evidências apontam que a Atenção Domiciliar se mostra mais custo-efetiva que outras opções da RAS, com qualidade assistencial.
A abordagem do cuidador envolve desde o seu papel de apoiador do processo de cuidado, até a sua avaliação enquanto indivíduo vulnerável que demanda apoio e cuidados da equipe de saúde. O cuidador assume parte relevante dos cuidados, incluindo parte das ações realizadas por profissionais de saúde quando de sua internação hospitalar. E é necessariamente foco de cuidados tanto por equipes de Atenção Primária quanto de Atenção Domiciliar.
No eixo do exercício profissional, destacam-se desde desafios da prática domiciliar, onde há maior autonomia de cuidadores profissionais e familiares que se traduzem em práticas que são conflituosas com as definições de exercício profissional, até o respaldo de equipes e profissionais de saúde para práticas necessárias no domicílio. A formação enquanto elemento fundamental para embasar a prática também é uma necessidade para os profissionais hoje.
Por todos estes motivos, os presentes entendem que há a necessidade de estabelecimento deste GT-AD para qualificar a Assistência a Saúde de pessoas sob os cuidados domiciliares, para debater e estruturar os processos de formação em Atenção Domiciliar, para fomentar a pesquisa nesta área, para debater e apoiar tanto os profissionais de saúde em sua prática domiciliar, quanto o cuidador familiar como indivíduo fundamental no processo de cuidado.  Debateu-se ainda a necessidade de integração com outros Grupos de Trabalho, tais como o GT de Cuidados Paliativos.
Os presentes elegem Leonardo Cançado Monteiro Savassi como coordenador deste primeiro GT-AD e Cibelle Gomes Lima Melo como vice coordenadora.
Curitiba, 03 de novembro de 2017. 

Veja entrevista sobre a Criação do GT:
 


Publicado originalmente em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com