segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Relação entre o uso de home care e mudanças no nível de necessidades de idosos japoneses

Relationship between home care service use and changes in the care needs level of Japanese elderly

Com a introdução do Seguro de Saúde de Longo Prazo (LTCI) no Japão, mais serviços de atendimento domiciliar estão disponíveis para os idosos da comunidade. Para oferecer serviços de cuidados eficazes domiciliares, é importante conhecer os efeitos do uso do serviço. Neste estudo, primeiro passo para determinar este uso, descreveu-se a utilização de diferentes serviços em casa no grupo sustentado/melhorado e no grupo deteriorado quanto a suas necessidades de cuidados, e a relação entre o uso dos serviços de home care e mudanças na necessidades de níveis de cuidados.

Foram incluídos 624 participantes de um total de 1.474 usuários de serviços LTCI em uma cidade no Japão. Utilizadores de serviços de Home care foram estratificados em um "subgrupo de baixo nível de necessidades de cuidados" e um "subgrupo de elevado nível de atendimento às necessidades"com base no atendimento as necessidades a nível de base. Comparações estatísticas simples e múltiplas análises de regressão logística em que a mudança no nível de necessidades de cuidado foi definido como uma variável dependente foram realizadas. Sexo, idade e nível de necessidades de cuidados de base, foram designadas como variáveis de controle. Serviços domiciliários foram tratados como variáveis independentes. Neste estudo, os serviços de assistência domiciliar consistiam de ajuda ao domicílio, serviços de banho em casa, uma enfermeira, a reabilitação em casa, cuidado diário de enfermagem, cuidado diário, empréstimo de dispositivos médicos, permanecer em repouso um lar de idosos, permanência em uma unidade de saúde, pausa estada em um sanatório de cuidados médicos e tratamento por um médico.

Houve uso diferente dos serviços domiciliares para os dois grupos. Ficar em um lar de idosos e outros tipos de serviço se relacionaram a deterioração das necessidades de cuidados no grupo de nível mais baixo de atendimento de necessidades . Além disso, o tratamento por um médico estava relacionada a piora das necessidades de cuidados no grupo de maior necessidade de atendimento.


Apesar das grandes diferenças entre os aparatos de atençao japoneses, faixa etária de sua população, renda, e respeito ao idoso, é interessante verificar como foi feito o estudo para avaliar serviços de atenção domiciliar nacionais, ainda mais com a ampliação da oferta destes serviços. E pensar como fazer para realmente colocar em prática a portaria de 2006.

LIVRE ACESSO:

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ferramenta para estimar risco a curto prazo para a recorrência de AVC isquêmico

Tool to Estimate Short-Term Risk for Ischemic Stroke Recurrence

Uma nova ferramenta para avaliar o risco de 90 dias para a recorrência de AVC isquêmico, o RRE-90 (http://www.nmr.mgh.harvard.edu/RRE/), pode ajudar os médicos a identificar os pacientes que mais necessitam de acompanhamento imediato.


Uma análise retrospectiva da ferramenta em cerca de 1400 pacientes, publicado na revista Neurology, mostrou que uma combinação de exame clínico e, quando disponível, padrões da RNM, tinha calibração suficiente e boa discriminação na predição de AVC recorrente precoce. Os preditores independentes incluídas história de AIT ou AVC, achados de imagem, e etiologia do derrame. O modelo manteve sua utilidade em uma coorte de validação de pequeno porte.


Tanto os autores do estudo quanto os editorialistas ressaltam que a ferramenta deve ser validada prospectivamente em um estudo multicêntrico, especialmente para esclarecer as eventuais diferenças de tempos entre os centros de tratamento, antes de ser amplamente utilizado.

Artigo Neurology (Resumo)


Editorial Neurology (Inscrição Necessária)


RRE-90 site (Free):
 

Coletânea do JFP Online--2009




:
BEST OF JFP ONLINE—2009

Liver disease: Early signs you may be missing
Ignazio Grattagliano, MD; Enzo Ubaldi, MD;
Piero Portincasa, MD, PhD; Giuseppe Palasciano, MD


What to do when warfarin therapy goes too far
Shailendra Prasad, MBBS, MPH; Michael R. Wootten, MD;
Nichole Kulinski, PharmD; Scott A. Chapman, PharmD


Derm diagnoses you can't afford to miss
Ribhi Hazin, MD; Jamil Y. Abuzetun, MD;
Khalil A. Khatri, MD


Managing lower back pain:
You may be doing too much

William G. Elder Jr, PhD; Michael King, MD;
Paul Dassow, MD; Brian Macy, MD


Atrial fibrillation: Ways to refine your care
Shobha Rao, MD; Manjula Julka, MD; Radha Paruchuri, MD

Restless legs syndrome:
Diagnostic time-savers, Tx tips

Darlene E. Moyer, MD; Javier Zayas-Bazan, MD; Gary Reese, MD

Initiating antidepressant therapy?
Try these 2 drugs first

Gail Patrick, MD, MPP; Gene Combs, MD;
Thomas Gavagan, MD, MPH


Abnormal uterine bleeding:
Avoid the rush to hysterectomy

D. Ashley Hill, MD

AUDIOCASTS


Canal Saúde: desafios para a consolidação do PSF

Programa Saúde da Família: o que falta para a estratégia funcionar plenamente? PSF em debate no Canal Saúde interativo
   
Assista ao vivo pela NBR ou web e ligue 0800 7018122. Antecipe perguntas - canal@fiocruz.br


O Sala de Convidados, do Canal Saúde / Fiocruz, de amanhã, sexta (18), às 13h, vai debater ao vivo as perspectivas e os desafios para a consolidação do Programa Saúde da Família. Um dos maiores entraves é a formação de profissionais para compor a equipe. No país, das 29.800 equipes de PSF, apenas 1.100 contam com médicos generalistas com especialização ou residência em medicina de família e comunidade.

A equipe do Canal Saúde acompanhou o X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, realizada no início do mês. Veja como foram os debates do evento, que destacou as principais características da especialidade: a de promover e trabalhar as relações entre pessoas, famílias, comunidades, profissionais e níveis do sistema de saúde.

Interativo - No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela web canalsaude.fiocruz.br, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, antecipe a participação pelo canal@fiocruz.br


Congresso – Para boa parte dos participantes do X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, a precarização do trabalho, com a falta de uma carreira segura e vínculos estáveis, seria uma das maiores razões para a falta de interesse pela medicina de família. E esse problema acaba afetando principalmente a população de municípios de pequeno porte, maioria no país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2007, foram investidos R$ 4.064 milhões na estratégia Saúde da Família.
A medicina de família e comunidade é considerada uma especialidade médica fundamental para a consolidação da reforma do sistema público de saúde através da inserção de especialistas dessa área nas equipes, que constituem a porta de entrada do sistema.
Veja como o estado da Bahia tenta vencer os desafios impostos à estratégia saúde da família apostando na Fundação Pública, como forma alternativa de gestão.


Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse <canalsaude.fiocruz.br>, clique na TV com a inscrição "ao vivo" e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. O Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.
Fonte:
Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz
Marcelo de Castro Neves
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 /
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

NEJM - casos interativos

Interactive Medical Case

Painful Purple Toes



Teste sua habilidade com o quarto caso da nova série de processos interativos de Medicina do NEJM,
"Painful Purple Toes".

Dirija a investigação e selecione o tratamento para um homem de 57 anos, que se apresenta com dedos roxos e dolorosos.

Aprender de forma interativa, obter feedback imediato, e comparar seu desempenho com o dos outros. Tente o novo caso agora:

The New England Journal of Medicine

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Medicações Orais para Diabetes na APS inglesa

Risk of cardiovascular disease and all cause mortality among patients with type 2 diabetes prescribed oral antidiabetes drugs: retrospective cohort study using UK general practice research database


Uma avaliação do uso de medicamentos orais para a diabetes tipo 2 no "mundo real" (atenção primária), mostra diferenças significativas de risco entre as classes de drogas, segundo estudo publicado no BMJ.

Usando um banco de dados do Reino Unido de Atenção Primária, os pesquisadores analisaram retrospectivamente medicamentos prescritos e os resultados posteriores entre os cerca de 90.000 pacientes, que foram acompanhados por uma média de 7 anos. Os resultados analisados incluíram infarto do miocárdio (IAM), insuficiência cardíaca, e todas as causas de mortalidade.

Usando metformina como o grupo de referência, os pesquisadores notaram:

* Primeira e segunda geração sulfoniluréias trouxeram riscos de mortalidade significativamente superiores; segunda geração de drogas tiveram maior probabilidade de causar insuficiência cardíaca.
* Em alguns modelos, as sulfoniluréias foram associados com maior risco de IAM.
* Ao contrário dos resultados anteriores, nenhum risco excessivo de IAM com rosiglitazona foi encontrado.
* A pioglitazona foi associada com menor mortalidade (e tinha um perfil de risco mais favorável do que a rosiglitazona).

Os autores descrevem que o perfil de "risco desfavorável" das sulfoniluréias é consistente com as recomendações da Associação Americana de Diabetes ... que favorecem a metformina como tratamento inicial para a diabetes tipo 2. "

Acesse:

Artigo do BMJ:
BMJ - helping doctors make better decisions

Guideline Diabetes Care da ADA:

Mais do 10o Congresso - Medicina Rural

Estágio Rural em Saúde da Família


Leonardo Vieira Targa, MFC gaúcho, traz os resumos de duas apresentações sobre Medicina Rural no Blog homônimo. As apresentações ocorreram durante o X Congresso Brasileiro de MFC em Florianópolis, no Simpósio "Interiorização da Medicina e Medicina Rural" do qual o colega foi participante.

Confira:

Apresentação da Experiência de Nova Petrópolis no X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

Resumo de Trabalho Aprovado para Apresentação no X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade - Estágio Rural Potencializa Interiorização do Médico de Família e Comunidade


Fonte:
Blog Medicina Rural
http://www.mfc-rural.blogspot.com/

Mestrado Profissional na UFMG

Medicina abre portas para Mestrado Profissional

Com um mercado de trabalho exigente e dinâmico, profissionais de diversas áreas procuram cada vez mais se qualificar melhor em suas funções. E com esse objetivo, a diretoria da Faculdade de Medicina está desenvolvendo um trabalho para a estruturação do Mestrado Profissional em Saúde, modalidade que consiste em oferecer uma ênfase mais mercadológica, profissional, e menos acadêmica em seus cursos. O público alvo é o profissional que procura ampliar seus conhecimentos e habilidades práticas em sua área de atuação.

"É um mestrado não acadêmico, vinculado a atividades profissionais. Tem o objetivo de simplificar e abreviar a formação do mestre", explica o professor Eduardo Bambirra, do Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal (APM). A proposta é inclusive que o Mestrado Profissional possibilite interfaces com outras áreas da saúde, tais como enfermagem, fisioterapia e odontologia.

"Esse é um mestrado que está mais próximo da realidade de vários profissionais da Faculdade de Medicina", completa Eduardo.

Diferença entre Mestrado acadêmico e profissional
Hoje, no Brasil, a cultura predominante é a do Mestrado Acadêmico, aquele voltado para quem vai atuar como docente em escolas e faculdades ou para os que seguirão o ramo da pesquisa. O enfoque do curso é mais teórico, baseado em livros, artigos e dissertações cientificas. Os alunos têm uma tendência maior a se dedicar integralmente aos estudos, deixando a vida profissional em segundo plano.

No mestrado profissional, a história é diferente. Voltado para um público de profissionais em atuação no mercado, os cursos dessa modalidade são práticos, com discussões baseadas na vivência cotidiana dos alunos.Um dos pilares dessa modalidade de mestrado é proporcionar ao aluno trazer do seu trabalho experiências que contribuam com a sua qualificação. O objetivo é formar profissionais mais completos e complexos para o mercado de trabalho.

Com objetivos distintos, mestrado acadêmico e mestrado profissional conferem, no entanto, titulação de igual peso.

Mais informações: Professor Eduardo Bambirra bambirra@medicina.ufmg.br.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Sistematização da Escala de Risco Familiar (de Coelho e Savassi)

SISTEMATIZAÇÃO DE INSTRUMENTO DE ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO FAMILIAR: A ESCALA DE RISCO FAMILIAR DE COELHO-SAVASSI

Leonardo Cançado Monteiro Savassi1,2
Joana Lourenço Lage1,3
Flávio Lúcio Gonçalves Coelho1,3

1. Médico de Família e Comunidade
2. Universidade Federal de Ouro Preto
3. Prefeitura Municipal de Contagem


Entenda:

A Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi (ERF-CS) é um instrumento de estratificação da vulnerabilidade familiar, desenvolvido em Contagem, Minas Gerais, baseado na ficha A do SIAB que se apropria sentinelas de risco avaliadas na primeira visita domiciliar realizada pelo Agente Comunitário de Saúde para fins de cadastramento familiar. 

Quando aplicado às famílias adscritas a uma equipe de saúde, pretende determinar seu risco social e de saúde, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar. Utiliza dados presentes na ficha A do SIAB e outros, disponíveis na rotina das equipes de saúde da família. Estes dados foram definidos como Sentinelas de Risco. 

Dentre as críticas e sugestões apontadas para a escala em geral, estão a entrada de sentinelas que não estão presentes na Ficha A do SIAB, o que limita a sua praticidade e facilidade de uso. Sendo portanto baseada neste instrumento do sistema de informação mais utilizado no Brasil, algumas críticas podem ser feitas diretamente a Ficha A, mais do que a praticidade da própria escala. 

A ERF-CS é um instrumento objetivo de análise do risco familiar, não necessitando a criação de nenhuma nova ficha ou escala burocrática para coleta de dados, que foi idealizada inicialmente como uma tentativa de sistematização da VD na Atenção Primária a Saúde, em especial nas equipes de Saúde da Família (eSF).

A seguir, o resumo do artigo publicado no JMPHC de 2012:


Resumo


A Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi, instrumento de estratificação de risco familiar, é aplicada às famílias adscritas a uma equipe de saúde da família, para determinar seu risco social e de saúde, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar. Utiliza dados presentes na ficha A do Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) e outros identificáveis na rotina das equipes de saúde da família. Estes dados foram selecionados por sua relevância epidemiológica, sanitária e potencial de impacto na dinâmica familiar e foram definidos como Sentinelas de Risco. Nas equipes em que foi aplicada, a escala mostrou-se útil na reorganização da demanda e promoveu um percepção mais apurada, objetiva e qualificada do risco das famílias avaliadas, impactando de maneira positiva o trabalho em equipe. A Escala é ainda uma ferramenta útil para o planejamento de ações na equipe, para a percepção da interrelação entre os fatores de risco, e como instrumento de apoio a intervenções no território. Além disso, ela corroborou, em nível local e microrregional, os dados do Índice de Vulnerabilidade à Saúde. Estas observações apontam para um amplo potencial de aplicação da Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi, e para a necessidade de sua sistematização e padronização, para ampliação de seu uso. Neste artigo, as sentinelas de risco foram avaliadas e discutidas pelos autores, resultando em uma definição clara e precisa dos termos, bem como a justificativa para a inserção de cada evento como um indicador a ser pontuado pela Escala. Foram definidos os critérios de pontuação para as famílias e sugeridas formas de aplicação prática da Escala nas equipes. Ao final, foram feitas recomendações sobre a aplicação em situações peculiares.
Unitermos: Risco, Atenção Primária a Saúde, Visita Domiciliar, Família, Saúde da Família

Este artigo foi publicado em 2010 na Revista Journal of Management and Primary Health Care, com o objetivo de sistematizar a aplicação da Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi. A seguir são apresentados os dois links de artigos, um para o artigo original, e outro para o artigo da JMPHC:


1. COELHO, F. L. G. ; SAVASSI, L. C. M. Aplicação da Escala de Risco Familiar como instrumento de priorização das visitas domiciliares. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Brasil, v. 1, n. 2, p. 19-26, 2004. Disponível em http://www.rbmfc.org.br/index.php/rbmfc/issue/view/2
Fonte: RBMFC 2004 (PDF/A)

2. SAVASSI, LCM, LAGE, JL; COELHO, FLG. SISTEMATIZAÇÃO DE INSTRUMENTO DE ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO FAMILIAR: A ESCALA DE RISCO FAMILIAR DE COELHO-SAVASSI JMPHC - ISSN 2179 - 6750. v. 3, n. 2 (2012). Disponível em http://www.jmphc.com/ojs/index.php/01/article/view/66/61


Uma apresentação mais recente sobre a escala foi realizada na IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica e Saúde da Família (Brasília, 2014), disponível no Slideshare. Veja (mas apenas se você estiver navegando no IE, e sem bloqueio de conteúdo. O Chrome não "gosta" do Slideshare):



Caso não tenha conseguido visualizar, você pode acessar aqui: 2014 - IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/ Saúde da Família - AD na AB de Leonardo Savassi


Acesse também:

Publicado e editado posteriormente por Leonardo C M Savassi

Apresentações do X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

Compartilhamos as apresentações da Residência em Medicina de Família e Comunidade durante o X Congresso Brasileiro da Especialidade.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ao vivo na web: abertura da 1ª CNSA, hoje, às 19h. Debates quinta e sexta

Canal Saúde transmite ao vivo 1ª CNSA direto de Brasília.
   
1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental ao vivo no site www.canalsaude.fiocruz.br

O Canal Saúde vai transmitir ao vivo a abertura da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental hoje, quarta (09), a partir das 19h, via web. Acompanhe ainda a conferência magna, amanhã, quinta (10), às 9h30. E o Sala de Convidados vai debater ao vivo os principais acontecimentos durante o evento com os protagonistas da conferência, quinta e sexta (11), às 13h.

Na web – para acompanhar a cobertura do Canal Saúde basta acessar www.canalsaude.fiocruz.br e clicar na telinha com a inscrição Ao vivo. É preciso ter instalado no computador os aplicativos Real Player ou Windows Media Player. Já para assistir ao Sala de Convidados, além da web, existe a opção da TV, no canal NBR.


1ª CNSA – A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental acontece entre os dias 9 e 12 de dezembro, em Brasília. Resultado do esforço de três Ministérios (Cidades, Meio Ambiente e Saúde), a Conferência tem como proposta principal o desafio de criar um Plano Nacional de Saúde Ambiental. Constituída por decreto presidencial, a 1ª CNSA é dividida em três eixos temáticos: Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios e Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.
As estatísticas revelam a necessidade da criação de uma estratégia relacionando saúde e meio ambiente. Estima-se que 30% dos danos à saúde estejam relacionados a fatores ambientais decorrentes da falta de esgotamento sanitário, poluição atmosférica, desastres naturais, exposição a substâncias químicas e físicas.


Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse <canalsaude.fiocruz.br>, clique na TV com a inscrição "ao vivo".


Fonte:
Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz
Marcelo de Castro Neves
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 / ascom@fiocruz.br


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Inibidores da neuraminidase têm "Eficácia Modesta" em adultos saudáveis com gripe.

Neuraminidase inhibitors for preventing and treating influenza in healthy adults: systematic review and meta-analysis

Oseltamivir e zanamivir "têm eficácia modesta contra os sintomas da gripe em adultos saudáveis", segundo uma análise publicada online BMJ.

Os investigadores analisaram 20 estudos randomizados de adultos saudáveis. Quando usado de forma profilática, as drogas "não teve nenhum efeito contra a doença semelhante à influenza ou gripe assintomáticas."

Quanto ao tratamento, as evidências sugerem que as drogas reduzir os sintomas da gripe em cerca de um dia. No entanto, os autores dizem que "o benefício foi generalizada para assumir os benefícios para as pessoas muito doentes no hospital", mas sem o apoio de dados.

Os autores concluem que as drogas "não deve ser usado no controle de rotina da gripe sazonal", acautelando-se que as conclusões da gripe sazonal não pode se traduzir em pandemias. Eles chamam de "independentes randomizados para resolver as incertezas sobre a eficácia."

BMJ artigo (Free)

BMJ editorial (Free)

Ao vivo na web: abertura da 1ª CNSA, hoje, às 19h. Debates quinta e sexta

Canal Saúde transmite ao vivo 1ª CNSA direto de Brasília.
   
1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental ao vivo no site www.canalsaude.fiocruz.br

O Canal Saúde vai transmitir ao vivo a abertura da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental hoje, quarta (09), a partir das 19h, via web. Acompanhe ainda a conferência magna, amanhã, quinta (10), às 9h30. E o Sala de Convidados vai debater ao vivo os principais acontecimentos durante o evento com os protagonistas da conferência, quinta e sexta (11), às 13h.

Na web – para acompanhar a cobertura do Canal Saúde basta acessar www.canalsaude.fiocruz.br e clicar na telinha com a inscrição Ao vivo. É preciso ter instalado no computador os aplicativos Real Player ou Windows Media Player. Já para assistir ao Sala de Convidados, além da web, existe a opção da TV, no canal NBR.


1ª CNSA – A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental acontece entre os dias 9 e 12 de dezembro, em Brasília. Resultado do esforço de três Ministérios (Cidades, Meio Ambiente e Saúde), a Conferência tem como proposta principal o desafio de criar um Plano Nacional de Saúde Ambiental. Constituída por decreto presidencial, a 1ª CNSA é dividida em três eixos temáticos: Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios e Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.
As estatísticas revelam a necessidade da criação de uma estratégia relacionando saúde e meio ambiente. Estima-se que 30% dos danos à saúde estejam relacionados a fatores ambientais decorrentes da falta de esgotamento sanitário, poluição atmosférica, desastres naturais, exposição a substâncias químicas e físicas.


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

AAFP e Coca Cola... mais irônico impossível

Editorialista do Journal of Family Practice ironiza o patrocínio da Coca Cola à American Academy of Family Physicians.
 
No editorial ele ironiza: deveríamos aproveitar e fazer um parceria com a Philippe Morris para programas de educação para o tabaco, e com a Colt para prevenção de violência.
 
 
 


 
 

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December 2009 (Vol. 58, No. 12)

 EDITORIAL

Do things really go
better with Coke?


Jeff  Susman,  MD

Editor-in-Chief
jfp@fammed.uc.edu

I was so "proud" when the American Academy of Family Physicians (AAFP) announced that The Coca-Cola Company was the first partner in its Consumer Alliance program. In its press release, AAFP President Lori Heim, MD, describes the program as "a way of working with interested companies to develop educational materials to help consumers make informed decisions so they can include the products they love in a balanced diet and healthy lifestyle." The content is to be posted on familydoctor.org and "will address sugar-free alternatives to help patients make better choices," the press release states.

 



sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Trabalhos do PRM MFC Betim no X Congresso Brasileiro de MFC

 Residência MFC Betim rmmfcbetim

Apresentação de Trabalhos da RMMFC Betim durante o X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade 2009. http://migre.me/cF6c

  1.  FERRAMENTAS DE INTERNET LIVRE PARA O PROJETO PEDAGÓGICO DA RESIDÊNCIA EM MFC - SAVASSI - 4/dez 16h30-17h30 Sala Faial 02 X CBMFC 2009
  2. AVALIAÇÃO DA FERRAMENTA VISITA DOMICILIAR POR PROFISSIONAIS DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - SAVASSI, SOUZA et al. 3/dez 16h30-17h30 Sala Faial 01
  3. GRUPO DE ALONGAMENTOS EM DOR CRÔNICA E PROMOÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA - LANDSBERG, NASCIMENTO, SAVASSI 03/12 15h. Sala Faial 01 X CBMFC 2009
Para maiores informações:

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Saúde Ambiental - Às vésperas da 1ª CNSA

Saúde Ambiental - Às vésperas da 1ª CNSA, conheça as propostas que seguirão para a etapa nacional

O Sala de Convidados, do Canal Saúde / Fiocruz, de sexta-feira (27), às 13h, mostra como estão os preparativos finais para a 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental. Estarão no estúdio representantes dos três ministérios responsáveis pelo evento: Saúde, Meio Ambiente e Cidades. Participe ao vivo, pois essa será uma das últimas oportunidades de colaborar com a Conferência antes de sua realização, entre os dias 9 e 12 de dezembro.

A equipe de reportagem do Canal Saúde esteve em diferentes regiões do país acompanhando as etapas municipais e estaduais preparatórias para a Conferência. Veja o resumo dessas propostas e saiba o que será levado para a etapa nacional.

Interativo - No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela web canalsaude.fiocruz.br, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, antecipe a participação pelo canal@fiocruz.br

Convidados – para interagir com os telespectadores e internautas estarão no estúdio representantes do Ministério da Saúde, Guilherme Netto; do Ministério do Meio Ambiente, Geraldo Abreu; do Ministério das Cidades, Marta Sinoti; e da Fundação Oswaldo Cruz, Hermano Castro.

1ª CNSA – Resultado do esforço de três Ministérios (Cidades, Meio Ambiente e Saúde), a Conferência tem como proposta principal o desafio de criar um Plano Nacional de Saúde Ambiental. Constituída por decreto presidencial, a 1ª CNSA é dividida em três eixos temáticos: Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios e Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.
As estatísticas revelam a necessidade da criação de uma estratégia relacionando saúde e meio ambiente. Estima-se que 30% dos danos à saúde estejam relacionados a fatores ambientais decorrentes da falta de esgotamento sanitário, poluição atmosférica, desastres naturais, exposição a substâncias químicas e físicas.


Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse <canalsaude.fiocruz.br>, clique na TV com a inscrição "ao vivo" e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. O Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.


Fonte:
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mudanças Climáticas e Dengue

Quem disse que Variações Climáticas não estão na pauta da saúde?

Johansson MA, Cummings DAT, Glass GE. Multiyear Climate Variability and Dengue 2014 El Niño Southern Oscillation, Weather, and Dengue Incidence in Puerto Rico, Mexico, and Thailand: A Longitudinal Data Analysis. PLoS Med, 6(11): e1000168

Background: O vírus da dengue transmitido pelo mosquito é um problema de saúde pública em todas as regiões tropicais e subtropicais do mundo. Mudanças na temperatura e precipitações têm papéis bem definidos no ciclo de transmissão e, assim, desempenhar um papel importante na alteração dos níveis de incidência. A Oscilação Sul do El Niño (OSEN) é um piloto de clima de vários anos de temperatura local e mundial de precipitação. Estudos anteriores relataram graus variados de associação entre OSEN e incidência de dengue.

Métodos e resultados: Foram analisadas a relação entre El Niño, clima local e incidência de dengue em Porto Rico, México e Tailândia utilizando análise wavelet para identificar em tempo e freqüência da associação específica. Em Porto Rico, El Niño foi temporariamente associado com a temperatura e incidência de dengue em escalas de vários anos. No entanto, apenas a temperatura de precipitação local e não foi associada com a dengue em escalas de vários anos. Na Tailândia, OSEN foi associada com a temperatura e precipitação. Embora a precipitação tenha sido associada com a incidência de dengue, a associação foi não-estacionária e provavelmente espúria. No México, não houve associação entre nenhuma das variáveis foi observada na escala de vários anos.

Conclusões: A evidência de uma relação entre El Niño, clima e incidência de dengue aqui apresentado é fraca. Enquanto a variabilidade climática de vários anos pode desempenhar um papel na dinâmica endêmica de dengue interanual, não encontramos evidências de uma relação sólida e consistente, em qualquer das áreas de estudo. O papel do OSEN pode ser mascarado pela heterogeneidade do clima local, dados suficientes, os surtos aleatoriamente coincidentes, e outros, potencialmente mais fortes, fatores intrínsecos que regulam a dinâmica de transmissão.

Acesse:

Announcing the new PLoS store - www.zazzle.com/plos*

sábado, 21 de novembro de 2009

Medicos de Familia/ 100000 hab em Portugal

Tabela de Médicos de Medicina Geral e Familiar/ Clínica Geral do Ministério da Saúde, por 100 000 habitantes em Portugal. Alguém tem curiosidade de saber?

Então acesse:
Médicos de Família por 100.000 habitantes em
http://mgfamiliarnet.blogspot.com/2009/10/medicos-de-familia-por-100000.html

terça-feira, 17 de novembro de 2009

SCiELO Brasil adota Creative Commons

SciELO Brasil adota Creative Commons para atribuição de acesso e uso

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Dia Mundial do Diabetes é comemorado no próximo sábado


Dia Mundial do Diabetes é comemorado no próximo sábado

"Diabetes: Educar para Prevenir" é o tema adotado para as campanha de 2009 a 2013.

A Federação Internacional de Diabetes (IDF) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) criaram, em 1991, o Dia Mundial do Diabetes, comemorado todo dia 14 de novembro. Em 2007, juntamente com a oficialização da data pelas Nações Unidas, a IDF lançou a idéia de iluminar de azul alguns monumentos urbanos ao redor do mundo no intuito de conscientizar e sensibilizar a sociedade sobre o crescimento da prevalência do Diabetes, a fim de educar a população mundial sobre a doença e prevenir maiores complicações.

O sucesso da campanha foi tanto em 2007 que, no ano seguinte, com o envio de relatos e fotos do Dia Mundial, a divulgação do evento teve muitos outros adeptos além do previsto – fora os monumentos urbanos, prédios municipais e residências também aderiram ao movimento e trocaram suas lâmpadas amarelas e brancas por luzes azuis.

Este ano, o tema da campanha, "Diabetes: Educar para Prevenir", abordará a necessidade crescente de programas de educação e prevenção do diabetes, com diferentes públicos-alvo: pessoas com diabetes, governo, profissionais de saúde e população em geral.

Neste sentido, O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Nacional de Hipertensão e Diabetes (CNHD), do Departamento de Atenção Básica (DAB), vem desenvolvendo, desde 2007, a Estratégia Nacional de Educação em Saúde para o autocuidado em Diabetes, defendendo que a educação em saúde insere-se tanto na promoção da saúde quanto no tratamento do diabetes mellitus (DM).

Desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com a Secretaria de Saúde da Bahia/Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (CEDEBA) e com a Fundação Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (FFMUSP) e com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), esta Estratégia visa promover a formação e o aperfeiçoamento de profissionais de nível superior que atuem na Atenção Básica, estimulando e aprimorando o desenvolvimento de ações e atividades de apoio para o autocuidado.

Além disso, pretende despertar, nos profissionais de saúde, a necessidade de interagir com saberes e práticas na construção de diálogos e pactos adequados e possíveis a cada indivíduo, a fim de possibilitar as mudanças e adequações necessárias de atitudes e estilos de vida. Pretende, ainda, estimular a mobilização e participação da comunidade nos seus espaços, reivindicando condições para a melhoria da atenção e cuidado integral à saúde

A idéia é formar uma rede de tutores e multiplicadores em âmbito regional, estadual e local. As capacitações são ministradas com oficinas presenciais e à distância, e disponibilizam materiais educativos, além de interatividade em plataforma na web.

A primeira turma de tutores nacionais já foi formada. Ao todo, foram treinados cem (100) profissionais em todos os 26 estados e no Distrito Federal. A segunda turma, com mil (1000) tutores, terá início em fevereiro de 2010. A previsão da CNHD é de que, até o fim do próximo ano, todas as equipes Saúde da Família tenham sido treinadas.

A campanha do Dia Mundial do Diabetes também conta com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e, no Brasil, da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – que distribui, para todas as suas regionais, um kit de divulgação do evento. O kit traz amostras de cartazes, folders, pins, camisetas e um CD, com todos os arquivos do material de divulgação – que podem ser reproduzidos e utilizados para motivar a promoção de atividades pelo Dia Mundial.

Um dos grandes destaques da campanha de 2008, o Brasil quer repetir o feito em 2009. Já estão confirmados 124 locais que serão iluminados de azul no próximo dia 14. Em Brasília, o Ministério da Saúde, a Ponte JK e a Torre de TV estarão azuis durante todo o sábado.

Caso não seja possível iluminar sua casa, seu trabalho ou algum monumento da sua cidade com luz azul, não tem problema. Prevendo todo o tipo de dificuldade, a IDF disponibilizou um manual em 60 idiomas diferentes – inclusive o português – para quem quiser iluminar ou decorar sua casa (ou seu trabalho, ou sua cidade, etc.) com o Círculo Azul – o símbolo da campanha.

Participe você também e contribua para um mundo mais saudável. Acesse o site do Dia Mundial do Diabetes para maiores informações sobre a campanha e o site do CNHD para saber mais sobre a Estratégia Nacional de Educacao em Saúde para o autocuidado em Diabetes.


Fonte:
INFORMATIVO ELETRÔNICO DO DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA
17/11/2009



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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

U.S. Guidelines: Mamografia aos 50, não aos 40

Breaking News Alert
The New York Times
Mon, November 16, 2009 -- 5:00 PM ET
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In Reversal, U.S. Guidelines Urge Mammograms at 50, Not 40

Most women should start regular breast cancer screening at age 50, not 40, according to new guidelines released Monday
by an influential group that provides guidance to doctors, insurance companies and policy makers.

The new recommendations reverse longstanding guidelines and are aimed at reducing harm from overtreatment, according to
the group, the United States Preventive Services Task Force.

http://www.ahrq.gov/clinic/uspstf09/breastcancer/brcanrs.htm

It also says women age 50 to 74 should have mammograms less frequently -- every two years, rather than every year. And it
said doctors should stop teaching women to examine their breasts on a regular basis.

Read More:
http://www.nytimes.com?emc=na

Responsável pela notícia no grupo da SBMFC:
Marcos Breunig

   Visite o site http://www.sbmfc.org.br e associe-se à SBMFC.     E-mail da Secretaria da SBMFC: secretaria@sbmfc.org.br     Para enviar mensagem a todo o grupo: sbmfc@grupos.com.br     Para assinar a Lista: assinar-sbmfc@grupos.com.br     Para cancelar a assinatura: cancelar-sbmfc@grupos.com.br  



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

NEJM - Caso Clínico Interativo sobre uma "crise" na Gestação.

New England Journal of Medicine: inovação.

O NEJM criou um caso clínico virtual, que aborda um caso de "crise" na gestação.
Através de slides interativos, você vai acompanhando a evolução do caso, diagnósticos e conduta adotada.
Há ainda links dentro do próprio caso para explicações detalhadas, inclusive sobre alterações fisiológicas da gravidez.
O caso faz parte do programa do NEJM para Educação Médica Continuada, obrigatória nos EEUU, contando créditos.

Inovação, modernidade, recursos educativos de ponta, e livre acesso.

Vale a pena conferir:



Image NEW — A Crisis in Late Pregnancy

Test your skill with the third in our new series of Interactive Medical Cases,
"A Crisis in Late Pregnancy." Direct the investigation and select the treatment for a 31-year-old woman in the 37th week of pregnancy who presents with sudden onset of severe bitemporal headache and shortness of breath. Learn interactively, get immediate feedback, and compare your performance with that of others. Try the new case now.




quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Canal Saúde - Epidemia de crack no Brasil em debate interativo.

Epidemia de crack: Canal Saúde debate avanço da droga no país e suas consequências para a sociedade, sexta (13), às 13h
   
Assista ao vivo pela NBR ou WEB e ligue 0800 7018122. Antecipe perguntas - canal@fiocruz.br


O Sala de Convidados ao vivo e interativo, do Canal Saúde / Fiocruz, de sexta (13), às 13h, mostra como o crack avança no Brasil, provocando verdadeira epidemia. Oito vezes mais potente que a cocaína, o crack deixa um rastro de destruição por onde passa, exigindo cada vez mais do poder público, principalmente das áreas de saúde e segurança pública.

A equipe do Canal Saúde conheceu o drama que vive o estado do Rio Grande do Sul, onde o número de usuários cresceu 80% no último ano. Também é de lá o exemplo de reação. Conheça um tratamento inovador, que trabalha a exposição a estímulos.

Interativo - No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela WEB canalsaude.fiocruz.br, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, antecipe a participação pelo canal@fiocruz.br

Convidados – Para debater o tema com internautas e telespectadores estarão no estúdio representantes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Solange Nappo; da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Orlando Zaccone; e do Centro de Tratamento e Reabilitação de Adictos (Caps AD - Centra-Rio), Márcio Barbeito.

Avanço – No Rio Grande do Sul, foram criados mais 700 leitos nos hospitais do estado para atender aos dependentes de crack, além dos 130 já usados para dependentes químicos.
O Canal Saúde ouviu especialistas durante as gravações das matérias que ilustram o debate ao vivo. Boa parte deles alertou para a necessidade de se criar uma política de saúde específica para o crack em função das consequências da droga no organismo do usuário. Para o sociólogo Luiz Eduardo Soares, "será necessário desenvolver outra forma de abordar as drogas".

Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse <canalsaude.fiocruz.br>, clique na TV com a inscrição "ao vivo" e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. O Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.


Fonte:
Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz
Marcelo de Castro Neves
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 / ascom@fiocruz.br

Incretinas e DM2

Incorporating incretin therapies into aggressive, multifaceted approaches to type 2 diabetes

Cerca de metade dos pacientes com diabetes tipo 2 não atingem alvos terapêuticos para hiperglicemia, hipertensão e dislipidemia. Como é possível desenvolver estratégias de tratamento diferenciado para reduzir o risco cardiovascular em seus pacientes?

Leia "Incretin-related therapies: Targeting the underlying physiology and cardiometabolic factors of type 2 diabetes" um suplemento do The Journal of Family Practice. O Jornal te sugere aprender mais sobre:

  • A fisiologia das hormonas incretinas
  • Os méritos e os inconvenientes relacionados com o tratamento por incretinas
  • As opções de tratamento para hiperglicemia, obesidade, e a eliminação, das complicações micro e macrovasculares

Este suplemento é voltado para médicos, enfermeiros e assistentes do médico.

DIME is accredited by the Accreditation Council for Continuing Medical
Education to provide continuing medical education for physicians.

Velocidade da caminhada e morte cardiovascular em idosos

Slow walking speed and cardiovascular death in well functioning older adults: prospective cohort study

Objetivo: estudar a relação entre baixa velocidade de caminhada e o risco de morte em idosos por causas globais e causas principais de morte.

Desenho de estudo: coorte prospectivo.

Âmbito: Centro Dijon (França), do estudo Three-City.

Participantes: 3208 homens e mulheres com idade ≥ 65 anos na comunidade, recrutados entre 1999 e 2001, e seguido por uma média de 5,1 anos.

Principais desfechos medidos: mortalidade geral e pelas principais causas de morte, por terços da linha de base da velocidade de andar (máxima velocidade acima de seis metros), ajustados para vários potenciais fatores de confusão; curvas de sobrevida de Kaplan-Meier por terços da linha de base da velocidade de andar. Status vital durante o seguimento. Causas de morte.

Resultados: acompanhou-se 16.414 pessoas-ano, encontrando-se 209 mortes (99 de câncer, 59 por doença cardiovascular, 51 por outras causas). Os participantes nalinha de base mais baixa da velocidade de caminhada tiveram risco aumentado de morte (hazard ratio=1,44, IC95%=1,03-1,99) comparados com o terço superior. As análises para causas específicas de morte mostraram que os participantes com baixa velocidade de caminhada tiveram aproximadamente um risco três vezes maior de morte cardiovascular (2,92, 1,46-5,84) comparados com os participantes de caminhada rápida. Não houve relação com a mortalidade por câncer (1,03, 0,65 a 1.70), como esperado. Na análise estratificada, a mortalidade cardiovascular foi aumentada em vários estratos definidos por sexo, idade média, índice de massa corporal médio (IMC) e nível de atividade física.

Segundo os autores, então, caminhada lenta em idosos estaria fortemente associada a um aumento do risco de mortalidade cardiovascular.

Ou "devagar se vai ao longe... muito longe... ao além?"

Acesse:
BMJ - helping doctors make better decisions


"Propaganda gratuita do Twitter do BMJ":

sábado, 7 de novembro de 2009

Mais controvérsias na TRH

Bayesian Meta-analysis of Hormone Therapy and Mortality in Younger Postmenopausal Women

Abstract:

Background: Há incerteza sobre os riscos e benefícios da terapia hormonal. Foi realizada uma meta-análise Bayesiana para avaliar o efeito da terapia hormonal sobre a mortalidade total em jovens mulheres pós-menopáusicas. Esta análise sintetiza elementos de diversas fontes, tendo em conta diferentes pontos de vista sobre a questão.

Métodos: Uma pesquisa abrangente de 1966 a janeiro de 2008, identificou estudos randomizados controlados com a duração mínima de 6 meses, ou seja, a terapia hormonal avaliada em mulheres com média de idade <60 anos e relataram pelo menos uma morte, e estudos prospectivos de coorte observacional que avaliou o risco relativo de mortalidade associada com a terapia hormonal após o ajuste para variáveis de confusão.

Resultados: Os resultados foram sintetizados usando a Bayesian meta-analysis com um "efeito hierárquico-aleatório". Os resultados obtidos a partir de 19 estudos randomizados, com 16.000 mulheres (idade média 55 anos), seguido de 83.000 doentes / ano, mostrou um risco relativo de mortalidade de 0,73 (intervalo de 95% credível 0.52-0.96). Quando os dados a partir de 8 estudos observacionais foram adicionados à análise, o consequente risco relativo foi 0,72 (intervalo de credibilidade 0.62-0.82). A probabilidade a posteriori de que a terapia hormonal reduza a mortalidade total em mulheres mais jovens é quase 1.

Conclusões: A síntese de dados usando Bayesian meta-análise indica uma redução na mortalidade de jovens mulheres na pós-menopausa que tomam a terapia hormonal em comparação com nenhum tratamento. Este achado deve ser interpretado tendo em conta os potenciais benefícios e danos da terapia hormonal.

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Urology Update no Journal of Family Practice

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What's Best for Your Patient with BPH?
May, 2009
Every man with benign prostatic hyperplasia (BPH) experiences a unique set of symptoms. Let symptom scores and patient preferences guide your level of work-up and your treatment approach. Read more

Sponsored Content: Management
of Overactive Bladder

2009
Overactive bladder (OAB) is a common condition that has a substantial effect on quality of life in men and women. Despite its prevalence and the availability of effective treatment, OAB remains underdiagnosed and undertreated. Currently, 9 antimuscarinic agents are FDA approved for the management of patients with OAB.
Urology University CME Newsletter #1 reviews the similarities and differences among these agents, which will aid you in making well-informed decisions about OAB pharmacotherapy.
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Benign Prostatic Hyperplasia:
Treat or Wait?

July, 2008
In addition to talking to every male patient over the age of 50 about urinary function, you can use questionnaires such as the International Prostate Symptom Score (available at jfponline.com as a Patient Handout) to evaluate the patient¹s perception of symptom severity and quality of life. Read more


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