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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Qualidade de Vida na doença de Alzheimer

Calidad de vida en la enfermedad de Alzheimer

Introducción. La calidad de vida es un concepto de creciente interés cuya evaluación complementa la valoración clínica tradicional, de interés fundamentalmente en ámbitos de organización de la asistencia. Presentamos un estudio de calidad de vida en la enfermedad de Alzheimer y su relación con medidas cognitivas y funcionales. Pacientes y métodos. Se evalúa la calidad de vida mediante la escala EQ-5D en una muestra de casos de enfermedad de Alzheimer diagnosticados con criterios del National Institute of Neurologic, Communicative Disorders and Stroke-Alzheimer’s Disease and Related Disorders Association que han donado muestra de sangre para el Banco Nacional de ADN, en los que se ha determinado también el estadio de la escala de deterioro global, y se ha efectuado un test de fluencia verbal y el test minimental de Folstein. Se realizó un análisis clásico, contraste de variables mediante chi al cuadrado para las proporciones y t de Student para las medias, y estimación de r para los modelos de regresión en las variables cuantitativas. Se determinó la tarifa social mediante el programa SPSS v. 11. Resultados. Se analizan 141 casos, con una relación de 2 a 1 entre mujer y varón, y una edad media de 76,2 años. Los aspectos de cuidado personal, actividad y, en menor medida, motilidad se ven afectados en la enfermedad de Alzheimer, pero no parecen hacerlo los aspectos de dolor y ansiedad. Existe relación entre calidad de vida, escalas funcionales y escalas cognitivas. Los aspectos funcionales se correlacionan mejor que los cognitivos con la calidad de vida. Conclusiones. La calidad de vida se evalúa en la enfermedad de Alzheimer mediante escalas generales, como EQ-5D. Los aspectos cognitivos no parecen aportar información relevante en relación con la calidad de vida que no se aporte ya por los aspectos funcionales.

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sábado, 5 de setembro de 2009

Qualidade de Vida (HUI2) de idosos em Atenção Domiciliar

Sex differences in the relative contribution of social and clinical factors to the Health Utilities Index Mark 2 measure of health-related quality of life in older home care clients

Os autores apontam para a necessidade de entender os determinantes clínicos e sociais da Qualidade de Vida, incluindo diferença entre os sexos, em uma população tão heterogenea quanto aquela que recebe homecare. Para isto, uma amostra canadense e estadunidense incluiu 514 pacientes idosos foi avaliada através do Health Utilities Index Mark 2 (HUI2)

As associações foram avaliadas através de modelos de regressão linear para análise multivariada. Foram encontrados escores menores para o HUI2 em mulheres. Piores escores de qualidade de vida associada a saúde foram observados em pacientes com cuidadores sobrecarregados.

Vários outros fatores foram estatisticamente significativos, tais como artrite, doença psiquiátrica, incontinência vesical, infecção do trato urinário. ALém destes, foram considerados "clinicamente importantes" solidão, ICC, úlceras de pressão. Os autores apontam que os escores de qualidade de vida relacionados a saúde estão negativamente associados aos fatores citados acima, independente do sexo.

Como conclusão, sugerem a necessidade de aprofundamento nas questões específicas de gênero para abordagem mais individualizada de cada pacientes.

Uma realidade vivenciada por nossas Equipes de Saúde da Família ao lidar com uma população em atendimento domiciliar que determina a necessidade do cuidado não pela doença, mas pela dependência, condições culturais/ familiares, e pela ausência da rede social adequada.

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