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quinta-feira, 3 de junho de 2010

H1N1 e guillain-Barré: CDC aponta baixo risco.

Preliminary Results: Surveillance for Guillain-Barré Syndrome After Receipt of Influenza A (H1N1) 2009 Monovalent Vaccine --- United States, 2009--2010

(Read the MMWR alert - see the link bellow)

Novos dados do Centers for Disease Control (CDC) reforçam a evidência de que o risco para a síndrome de Guillain-Barré (GBS), associada com a vacina H1N1 2009 é semelhante ao risco observado com as vacinas da gripe sazonal, de acordo com um relatório de Morbidity and Mortality Weekly Report (MMWR).

Para monitorar a segurança da vacina monovalente para a gripe A (H1N1) 2009, vários sistemas de vigilância federal, incluindo o programa de infecções emergentes do CDC (Emerging Infections Program - EIP), estão sendo usados

A análise dos dados do CDC de outubro de 2009 a março 2010 constatou que a incidência de GBS foi 1,92 por 100.000 pessoas-ano entre os indivíduos vacinados e 1,21 por 100.000 pessoas-ano entre os não vacinados.
A incidência entre a população vacinada foi calculada dividindo o número de casos de GBS vacinados dentro da janela de risco pelo tempo total de pessoas em risco após a vacinação. A incidência entre a população não vacinada foi calculada dividindo o número de casos de GBS não expostos à vacina ou expostos à vacina fora da janela de risco pelo tempo total de pessoas-não expostos à vacina H1N1 em 2009.

Segundo o CDC, se os dados finais confirmam esta conclusão então isso se traduziria em excesso GBS 0,8 casos para cada milhão de vacinações - uma taxa comparável àquela encontrada com a vacinação contra a gripe sazonal.

Assim, se os dados estiverem corretos, vai caindo mais um argumento contra a vacinação. A grande dúvida continua a ser se uma doença com baixa mortalidade relativa justificaria uma vacinação em tão larga escala como tem sido feito no mundo.

Há muita gente que ainda questiona a vacina H1N1, mas ao menos em termos de segurança e defesa contra a doença, parece haver evidências suficientes de que a eficácia é adequada.

Veja o mapa da H1N1 no mundo na semana epidemiológica 19:

No Brasil, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza H1N1 chegou ao fim no dia 2 de junho, mas os estados e municípios que não atingiram a meta em grupos já imunizados devem reforçar as ações para garantir a cobertura mínima de 80% para todos os grupos.

As secretarias estaduais e municipais de saúde poderão continuar imunizando crianças com mais de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, pessoas com doenças crônicas e adultos de 20 a 39 anos enquanto houver disponibilidade da vacina.

Segundo dados do próprio Ministério da Saúde, foram imunizadas 70,5 milhões de pessoas, o que representa 80% do público-alvo dos grupos convocados até o momento. A cobertura de profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas e crianças de 6 meses a menores de 2 anos atingiu 100%, dados de 31 de maio .

Já em relação à pandemia, segundo informações do Sistema de Informação e Agravos de Notificação (Sinan), dados de 11 de maio de 2010, no período que compreende as semanas epidemiológicas 1 a 18 de 2010 (3/1/2010 a 8/5/2010), foram notificados 4.533 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Deste total, 12% (540/4.533) foram confirmados para influenza pandêmica (H1N1) 2009 no Brasil. Os dados foram disponibilizados no informe técnico de maio do Ministério da Saúde

Acesse o artigo do MMWR:
MMWR

Acesse o site do Ministério da Saúde (Brasil):Influenza H1N1

Notícias anteriores do Blog Medicina de Família:

Educação em Saúde: Influenza: aprender e cuidar (Material Didático)

PROTOCOLO ENFRENTAMENTO INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1) 2009: AÇÕES DA APS

Leia também (Blog da Diretoria de Educação na Saúde de Betim):
Residência Médica de Betim promove capacitação em H1N1

Atualizando:


Para aqueles partidários das teorias da conspiração, um grupo editorial sério (BMJ Publishing Group) traz uma postagem bem interessante no British Medical Journal :

Conflicts of Interest -WHO and the pandemic flu "conspiracies"

Segundo os autores, Deborah Cohen, editora de recursos, BMJ, e Philip Carter, jornalista do Bureau of Investigative Journalism, em Londres, os principais cientistas que aconselharam a Organização Mundial de Saúde sobre o planejamento para uma pandemia de influenza tinha feito um trabalho remunerado para as empresas farmacêuticas que tiveram ganhos com a orientação que eles estavam preparando. Estes conflitos de interesses nunca foram divulgados publicamente pela OMS, e que tem rejeitado pedidos para a sua manipulação da pandemia de H1N1 como "teorias da conspiração." O artigo debate também as posturas das principais agências envolvidas em recomendações.

Acesse o artigo de 03 de junho de 2010:

BMJ - helping doctors make better decisions

terça-feira, 30 de março de 2010

Educação em Saúde: Influenza: aprender e cuidar

Com o título "Influenza: aprender e cuidar - sem banalizar nem superestimar", está disponibilizado no Site da UFMG o conteúdo do DVD sobre influenza, bem como a avaliação on-line, sem necessidade de senha ou validação. Para a avaliação on-line, entretanto, é necessário fazer um cadastro.

Todo o material publicado é de natureza pública, podendo ser utilizado em atividades não-comerciais.Como é uma página em finalização, os criadores relatam que críticas e sugestões podem ser enviadas para o endereço influenza2009@nescon.medicina.ufmg.br

Elaborado para o Ministério da Saúde, este é um material específico sobre Síndrome Gripal e Influenza Pandêmica (H1N1)2009, visando auxiliar estudantes e profissionais da área em seu processo de formação e educação permanente em saúde. O lema é aprender e cuidar.

Segundo os responsáveis, "atualizar conhecimentos é uma forma de enfrentamento de situações como a que se apresenta, que deve mobilizar a todos para a ação diagnóstica, terapêutica e preventiva, sem banalizar nem superestimar".

No espaço avaliação online, há a possibilidade de testar conhecimentos e aprender mais sobre a doença, realizando uma avaliação formativa. Depois de responder às questões, há um gabarito comentado. Acertando 70% ou mais das questões, é possível inclusive solicitar um certificado, que poderá ser impresso.

No espaço DVD Influenza, há ainda o Vademecum Influenza, o Vademecum Influenza Ampliado e um conjunto de perguntas frequentes com repostas comentadas, além de vídeos, textos e documentos.

Acesse o Conteúdo:

Créditos pela notícia:
Prof. Edison José Corrêa
Núcleo de Educação em Saúde Coletiva - NESCON
Faculdade de Medicina / Universidade Federal de Minas Gerais
Av. Alfredo Balena, 190 - 7o andar
CEP 30.130-100
Belo Horizonte - MG - Brasil

Up to date: O Centers for Disease Control (CDC) aponta aumento das hospitalizações por H1N1 no estado da Geórgia e em alguns outros estados do sudeste estadunidense, particularmente entre os adultos com algumas doenças crónicas (por exemplo, diabetes, DPOC, asma e doenças cardíacas).

Na última semana, a Geórgia registrou 40 internações com 2.009 casos confirmados da
doença H1N1 por laboratório, sendo esta a terceira semana consecutiva do Estado com o maior número de internações por H1N1 no país. O número de internações parece estar aumentando segundo o CDC.

Audio:
http://www.cdc.gov/media/transcripts/2010/audio/H1N1-03-29-10.mp3

Transcrição da entrevista:
http://www.cdc.gov/media/transcripts/2010/t100329.htm


Mais sobre H1N1:
http://medicinadefamiliabr.blogspot.com/2010/03/protocolo-enfrentamento-influenza.html
http://medicinadefamiliabr.blogspot.com/search/label/H1N1

sábado, 27 de março de 2010

PROTOCOLO ENFRENTAMENTO INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1) 2009: AÇÕES DA APS

Prezados leitores, faço a compilação de algumas postagens acerca de H1N1 realizadas na lista da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunicade com alguns links de interesse. Agradecimentos especiais ao Elson - presidente da AGMFC - pelas notícias:

A primeira delas é a atualização do "PROTOCOLO PARA O ENFRENTAMENTO À PANDEMIA DE INFLUENZA PANDÊMICA (H1N1) 2009": AS AÇÕES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - atualizado em 2010, sob responsabilidade do Ministério da saúde:

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/protocolo_atencao_basica_25_03_10.pdf

Ainda dentro da H1N1, sob autoria da ANVISA, o Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação - Estratégia de Vacinação contra o Vírus Influenza Pandêmico (H1N1) define:

Cuidados de saúde: A responsabilidade pelo acompanhamento de pacientes supostamente acometidos por eventos adversos associados à vacina deve ser dos serviços de atenção básica de saúde, em nível local. Em casos graves de eventos adversos e suas complicações, o paciente deverá receber cuidados especializados em nível hospitalar. Os pacientes com eventos neurológicos graves, suspeitos de SGB, deverão ser encaminhados aos hospitais de referência definidos pelas Secretarias Municipais de Saúde (Coordenações de Imunizações). As gestantes supostamente acometidas por EAPV deverão manter acompanhamento pré-natal nos serviços de referência com registro desta intercorrência no Cartão de Pré-Natal. Em caso de aborto, parto prematuro ou natimorto deverão ser notificadas imediatamente as instâncias responsáveis pela vigilância dos EAPV, no município, regional, estadual e nacional.

A Anvisa disponibiliza o Protocolo de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação¹ Estratégia de Vacinação contra o Vírus Influenza Pandêmico (H1N1) no seguinte endereço:

http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/ae1b648041cef2ac9a71df255d42da10/PROTOCOLO+DE+VIGILANCIA+EAPV+H1N1_12032010+%282%29.pdf?MOD=AJPERES


O Site do Sistema Nacional de Notificações para a Vigilância Sanitária - NOTIVISA é o seguinte:


Importante para registros de:
EVENTOS ADVERSOS (EA): Entendido como qualquer efeito não desejado, em humanos, decorrente do uso de produtos sob vigilância sanitária.
Queixas Técnicas (QT): Entendida como qualquer notificação de suspeita de alteração/irregularidade de um produto/empresa relacionada a aspectos técnicos ou legais, e que poderá ou não causar dano à saúde individual e coletiva.

Poderão utilizar o NOTIVISA os profissionais de saúde liberais ou que trabalhem em alguma instituição. Para acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal. Para o profissional de uma instituição/entidade, selecione a opção Instituição/Entidade.

Há também material para a população em geral: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/formularios.htm

O NOTIVISA é um sistema informatizado na plataforma web para receber as notificações de eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) relacionados com os produtos sob vigilância sanitária, abaixo listados:
  • Medicamentos
  • Vacinas e Imunoglobulinas;
  • Pesquisas Clínicas;
  • Artigos Médico-Hospitalares;
  • Equipamento Médico-Hospitalar;
  • Kit Reagente para Diagnóstico In Vitro;
  • Cosméticos, Produtos de Higiene Pessoal ou Perfume;
  • Uso de Sangue ou Componentes;
  • Saneantes;
  • Agrotóxicos;

Poderão utilizar o NOTIVISA os profissionais de saúde liberais ou que trabalhem em alguma instituição. Para acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal. Para o profissional de uma instituição/entidade, selecione a opção Instituição/Entidade.

Os usuários cadastrados poderão notificar casos de EA e QT e receberão a confirmação sobre o envio da notificação. Terão acesso à notificação: o notificador, as vigilâncias sanitárias do Município e do Estado e a Anvisa.

O Sistema receberá notificação de casos confirmados ou suspeitos de EA e QT. As notificações enviadas serão mantidas sob sigilo e as informações recebidas servirão para:

  • subsidiar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para identificar reações adversas ou efeitos não-desejados dos produtos;
  • aperfeiçoar o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, alterar recomendações sobre seu uso e cuidados;
  • regular os produtos comercializados no País e, de forma geral, promover ações de proteção à Saúde Pública.

Ao receber a notificação, os órgãos integrantes do SNVS analisarão a notificação de acordo com a gravidade e risco do EA ou QT.

Os cidadãos poderão notificar EA e QT por meio dos formulários de notificação.

Finalmente, trazemos a LISTA DOENÇAS CRÔNICAS DETERMINANTES PARA A VACINAÇÃO:

• Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:
- crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;
- criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;
- adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40
• Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)
• Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia)
• Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)
• Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas
• Pessoas com diabetes
• Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses)
• Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral
• Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise
• Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias
• Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki)
• Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca
• Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:
- Hipertensão arterial pulmonar
- Valvulopatia
• Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40)
• Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40
• Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas
• Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea
• Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva)
• Pessoas com pericardiopatias.

Fonte: http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=11161


   Fonte: Elson Romeu Farias e José Darlan na lista da SBMFC
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sexta-feira, 19 de março de 2010

Influenza H1N1 e vacinação em debate no Canal Saúde

A gripe A - Influenza H1N1 - debate ao vivo dia 26/03 no Canal Saúde

Convidados – Para esclarecer as dúvidas da população, o programa vai contar com a participação de representantes da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Universidade Federal de São Paulo.

Vacinação – O Ministério da Saúde, recentemente, ampliou a estratégia de vacinação contra a gripe pandêmica para adultos saudáveis de 30 a 39 anos. O esquema vacinal inicia-se no mês de março, em datas distintas: serão vacinados trabalhadores da saúde, indígenas, gestantes, crianças de seis meses a dois anos incompletos (23 meses), população de 20 a 39 anos e doentes crônicos.
A faixa etária de 30 a 39 anos será vacinada de 10 a 21 de maio. Serão 36 mil pontos de vacinação em todo o país. A logística de aplicação das vacinas, incluindo locais e horários, é de responsabilidade das Secretarias Estaduais de Saúde.
A iniciativa da vacinação tem gerado controvérsias, que pode ser notada com o grande número de mensagens enviadas pela internet com especulações a respeito da vacina. Esta será mais uma oportunidade de a população esclarecer suas dúvidas

Acesse o Canal Saúde na NBR ou pela internet, de segunda a sexta, das 13 às 14h. A programação é veiculada também na Amazon Sat (de segunda a sexta, a partir das 6h20). Assista em:Obs.: Há possibilidade de participar ao ao vivo pela web (canalsaude.fiocruz.br), no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122.

Fonte:
Boletim informativo com a programação semanal do
Canal Saúde
Assessoria de Comunicação do Canal Saúde

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Gripe A na Europa - questionamentos

Encaminho ao Blog a discussão sobre Gripe A no mundo desenvolvido europeu e estadunidense, especialmente no que se refere a compra de vacinas. Há observações interessantes acerca da "edidemia de pânico" supostamente forjada por interesses macroeconômicos:


A discussão se desenvolve na lista da SBMFC: www.grupos.com.br/grupo/sbmfc

gripe A, y alrededores

Por Ruben Roa:

http://vicentebaos.blogspot.com/2010/01/la-grypa-polaca-y-la-gripe-espanola-que.html

Gustavo te agrego estos enlaces, estoy haciendo una revision de la pandemia y quizas este material pueda ser de ayuda tambien. En la web de la OMS pueden encontrar la convocatoria para el 15 de Enero de 2010 para incluir a los antivirales a los grupos de medicamentos esenciales. Alemania ha roto su contrato con Novartis por la vacuna, y Polonia finalmente decidio no vacunar, los resultados no son distintos a los que se vacunaron. Sin embargo los efectos colaterales de la vacuna es posible que no sean vistos a corto plazo. Algo parecido paso en 1976 en EE.UU:


Es interesante que la mayoria de los gobiernos de los paises ricos que compraron la vacuna no pudieron inmnizar a todos, el 47% de la poblacion de EEUU se opuso a ella. En alemania todos los años se vacunan contra la gripe un 26% de las personas, en esta campaña solo se vacuno el 13% de las mismas. No recuerdo si en los links que enviaste esta el de Mr. Flu, se los envio por las dudas y que cada uno saque sus conclusiones. Saludos. RR.
http://medicinafamiliar.info/2010/01/11/union-europea-preocupada-por-falsa-pandemia/
http://medicinafamiliar.info/2010/01/06/medicamentos-esenciales-antivirales-y-oms/

En el año 2005 Roche compro a China toda la produccion de anis, que es el sustrato para fabricar el oseltamvir. El contrato fue hecho por 4 años, es decir que finalizo hace 11 dias. Con esto Roche se aseguro la proision del mismo ya que China produce el 90% de la produccion mundial de este producto.

Es intersesante el hecho que remarca la ministro de Salud de Polonia: si todas las vacunas son seguras entonces porque hacen recaer las farmaceuticas la responsabilidad sobre los propios gobiernos?

Los paises de America Latina, particularmente Mexico, recibio al comienzo de la epidemia 30 mil millones de dolares, y han pedido otros tantos para avanzar con la vacunacion. La propia OMS partiipa de estas gestiones frente al Banco Mundial, quien es en definitiva quien presta el dinero.
Una epidemia real, pero al menos 25 veces mas benigna que cualquier otra.

Cambios en los niveles de alerta que se establecieron cuando ya la pandemia habia sido declarada.

Notablemente los blogs fueron los unicos en denunciar estos hechos desde el principio. Mientras la prensa los ignoro. Lo que veiamos en youtube o en blogs han trascendido a la misma prensa europea, mientras la de EEUU guarda silencio. En fin, un tema largo pero que merece ser revisado no solo por sus connotaciones epidemiologicas, sino porque aunque la gente reciba gratis estas vacunas o el Tamiflu, el mismo es pagado por los gobiernos......en definitiva, por la misma gente a traves de sus impuestos.

Es interesante leer en la propia web donde se convoca a incluir los antivirales como medicamentos esenciales, que las pruebas que presentan son las que ya todos conocemos:
- Un medicamento que no cura, sino que solo disminuye en 36 horas el tiempo de enfermedad.
- Un medicamento que solo previene un 8% el riesgo de contagio, contra un 55% del lavado de manos.

Las perdidas en Europa se estiman en 7 mil millones de Euros. Mientras que los EEUU esta saliendo de su crisis financiera, financiando bancos, industria, y aun la propia industria farmaceutica a traves del trabajo conjunto que lleva adelante la OMS con el CDC. Si no se puede inventar mas guerras....entonces inventemos una epidemia.

Lo que hemos vivido ha sido leve, no sabemos como seguira en el futuro. Esta historia se esta escribiendo en tiempo real. Poco mas de 12 mil muertos por esta gripe, cuando anualmente mueren entre 250 y 500 mil personas por año. El marketing vs. la epidemiologia. La corrupcion contra nuestras acciones a ciencia y conciencia. Gracias por difundir el mensaje. Les he escrito a mis pacientes tambien un mail, hagan lo suyo con los propios, y con sus propios gobiernos. RR.

Por Gustavo Gusso (encaminhado a partir de Juan Gervaz):
-declaraciones en L'Humanité sobre la creación artificial del pánico con la pandemia de gripe A:
http://www.humanite.fr/Grippe-A-Ils-ont-organise-la-psychose

(Leia aqui, tradução para o Portugues pelo Tradutor Google)

-más información sobre ello en
http://operacionsalud.blogspot.com/2009/12/oms-acusan-de-corrupcion-al-papa-de-la.html
http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/sci;326/5951/350-b

-salió esta semana en Cuatro, en el telediario de la noche, con palabras que a mí me hubiera costado pronunciar:







-en fin, sobre la gripe A y alrededores, mi opinión en

-creo firmemente que la Ministra y los Consejeros de Sanidad tienen gravísimas responsabilidades políticas, científicas y penales en este caso pues han despilfarrado cientos de millones de euros a ciencia y conciencia de su inutilidad (más la exposición a efectos adversos, el descrédito de las vacunas y de las propias autoridades sanitarias, etc)
-desde finales de junio había datos ciertos para valorar la benignidad de la pandemia
-en fin
-material que envía juan gérvas, médico general, Equipo CESCA, ante un nuevo día de sol y probable disfrute del baño, en Aguamarga (Cabo de Gata, Almería)
J Gervas

Em meio à polêmica Mundial, chega a seguinte notícia da Agência Brasil:

Brasília - O Ministério da Saúde comprou 83 milhões de doses da vacina contra a influenza A (H1N1) – gripe suína para a campanha de vacinação no país que deve ter início em março ou abril deste ano.

Visite o site http://www.sbmfc.org.br e associe-se à SBMFC.  
E-mail da Secretaria da SBMFC: secretaria@sbmfc.org.br
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Inibidores da neuraminidase têm "Eficácia Modesta" em adultos saudáveis com gripe.

Neuraminidase inhibitors for preventing and treating influenza in healthy adults: systematic review and meta-analysis

Oseltamivir e zanamivir "têm eficácia modesta contra os sintomas da gripe em adultos saudáveis", segundo uma análise publicada online BMJ.

Os investigadores analisaram 20 estudos randomizados de adultos saudáveis. Quando usado de forma profilática, as drogas "não teve nenhum efeito contra a doença semelhante à influenza ou gripe assintomáticas."

Quanto ao tratamento, as evidências sugerem que as drogas reduzir os sintomas da gripe em cerca de um dia. No entanto, os autores dizem que "o benefício foi generalizada para assumir os benefícios para as pessoas muito doentes no hospital", mas sem o apoio de dados.

Os autores concluem que as drogas "não deve ser usado no controle de rotina da gripe sazonal", acautelando-se que as conclusões da gripe sazonal não pode se traduzir em pandemias. Eles chamam de "independentes randomizados para resolver as incertezas sobre a eficácia."

BMJ artigo (Free)

BMJ editorial (Free)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Discussão sobre H1N1

Use of Influenza A (H1N1) 2009 Monovalent Vaccine

O Advisory Committee on Immunization Practices atualmente recomenda duas doses da vacina para crianças de 6 meses a 9 anos. O diretor do CDC Thomas Frieden, disse na sexta-feira que o Instituto Nacional de Saúde pode divulgar dados adicionais de ensaios clínicos pediátricos já nesta semana. "Se os dados mostram a diferença, vamos rever as nossas recomendações", disse ele. "Por enquanto ... vamos ficar com o que a ACIP recomendou."
O CDC também informou que 19 crianças nos Estados Unidos morreram de gripe H1N1 na semana anterior.

WHO home

Visit the FirstGov Web Site

MMWR

KevinMD.com Home

Mais sobre H1N1:

http://medicinfamiliar.blogspot.com/2009/11/de-nuevo.html
http://medicinfamiliar.blogspot.com/2009/11/el-miedo-lo-desconocido.html
http://www.cdc.gov/h1n1flu/updates/us/?s_cid=fb137 (H1N1 situation)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CDC e ANN monitoram a Vacina H1N1 e síndrome de Guillain-Barré

CDC e ANN monitoram efeitos colaterais da vacina H1N1:


O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e a Academia Americana de Neurologia (AAN) solicitaram que neurologistas relatem quaisquer eventuais casos novos de síndrome de Guillain-Barré (GBS), após a vacinação 2009 contra a gripe H1N1 usando o CDC e Food and Drug Administration Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) estadunidense.

Não há previsão de que a vacina 2009 H1N1 tenha risco aumentado de GBS, mas dada a maior preocupação com a
síndrome de Guillain-Barré por causa da associação da síndrome de Guillain-Barré com a vacina da gripe suína de 1976, o CDC e AAN estão pedindo para relatar quaisquer potenciais casos novos da síndrome de Guillain-Barré pós-vacinação como parte nacional do CDC campanha de monitorização de segurança da vacina.

O site da AAN tem uma sessão chamada Reporting Toolkit for Guillain-Barré Syndrome
que inclui iniformações para leigos, instruções sobre como notificar, dentre outros. Seria interessante que estes resultados fossem publicizados antes da aplicação macissa no Brasil.

Acesse:





terça-feira, 8 de setembro de 2009

Update H1N1

Ultimas da pandemia H1N1:

OMS e Manejo Farmacológico:
WHO home

Ministério da Saúde (guia para profissionais e gestores):
Bandeira brasileira. Cabeçalho do Governo Federal.Portal Saúde gov - Ministério da Saúde.

New England Journal of Medicine Resource Center:
The New England Journal of Medicine

NOVO: Artigo do New England Journal of Medicine: Cross-Reactive Antibody Responses to the 2009 Pandemic H1N1 Influenza Virus. Aponta que há anticorpos latentes com reação cruzada entre a vacina da gripe suína aplicada em 1976, mas pouca ou nenhuma reação cruzada com a vacina sazonal de influenza.

Acesse o artigo:

The New England Journal of Medicine


British Medical Journal Resource Center:
BMJ Group Pandemic Flu

Centers For Disease Control Update
:



Além disto, o CDC lançou recentemente: CDC Issues Guidance for Early Childhood Programs

Visando reduzir a gravidade e disseminação da pandemia, recomendando:

  • Imunização de grupos estratégicos;
  • Permanência domiciliar até 24 horas após o fim da febre
  • Cuidadores devem checar a saúde das crianças diariamente (inclusive professores de escolas)
  • O tratamento dentro de 48 horas para grupos de risco de complicações.

Se a gravidade da influenza aumentar:

  • Crianças com contatos domiciliares e trabalhadores com fatores de risco deveriam permanecer em casa;
  • Pessoas com invluenza deveriam permanecer em casa por ao menos 7 dias;
  • Considerar o fechamento de estabelecimentos


MAS ATENÇÃO: se você não é profissional de saúde, o Ministério da Saúde tem uma página específica para você:

Bandeira brasileira. Cabeçalho do Governo Federal.Portal Saúde gov - Ministério da Saúde.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

H1N1 e volta às aulas

Technical Report for State and Local Public Health Officials and School Administrators on CDC Guidance for School (K-12) Responses to Influenza during the 2009-2010 School Year

Artigo do Centers for Disease Control (CDC) estadunidense lança informe técnico sobre volta às aulas, com guia para escolas e pais.

Em tempos de volta às aulas no Brasil, e a polêmica acerca do retorno às escolas criada em várias unidades federativas, as guias podem ser úteis para orientar nossos pacientes.

O CDC ressalta que as orientações são válidas caso H1N1 tenha a mesma gravidade dos eventos do primeiro semestre. Dentre as recomendações:
- Estudantes e profissionais da educação
doentes devem permanecer em casa até 24 horas após o término da febre (sem uso de antitérmicos)
- Estudantes e profissionais devem ser separados dos outros até poderem ir para casa.

Caso o vírus demonstre gravidade aumentada, as orientações são de triar os estudantes na chegada às escolas e enviar para casa aqueles doentes, pessoas com fatores de risco de gravidade ou com membros da família doentes deveriam permanecer em casa, assim como pessoas doentes por pelo menos 7 dias, mesmo se assintomáticas.

Acesso ao guia para profissionais da educação (Inglês)

Relatório técnico para profissionais de saúde e diretores escolares (Inglês)

Diretrizes Ministério da Saúde/ DAB para enfrentamento da H1N1 na Atenção Primária (Português)

domingo, 28 de junho de 2009

H1N1-A e algumas reflexões

O Aporcalipse na mídia

A Revista RADIS, da Fiocruz, traz duas matérias de interesse acerca da Influenza A (H1N1) em sua edição de número 82.

Em seu primeiro artigo, "O aPORCAlipse na mídia", traz reflexões acerca da cobertura da mídia brasileira e estadunidense à pandemia. Com destaque para a origem da doença e a forma odiosa e segregatória contra os vizinhos mexicanos por parte da última.

Um segundo artigo debate as diferentes formas com que governos lidaram com o tema, incluindo uma discussão madura acerca do confinamento de animais para abate, e compra de medicamentos antigripais em larga escala.

Tudo isto em meio as recentes recomendações do Ministério da Saúde referentes a restrições de viagem a Chile e Argentina, e de casos confirmados em escolas mineiras, cariocas e paulistas.

Leia:

Comunicação e Saúde: O Aporcalipse na mídia

Um susto revelador - Marinilda Carvalho

Ações do Sistema de Saúde

Ministério da Saúde: Nota a Imprensa