- Satisfação do usuário garantirá mais recursos para Atenção Básica
- Financiar é diferente de incentivar
Site com artigos e publicações de Medicina de Família e Comunidade, voltado para profissionais da área. Não deixe de consultar seu médico em caso de necessidade.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Na opinião dos usuários, a Atenção Básica vai bem. Pórem…
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Mestrado Profissional em APS - ênfase Estratégia de Saúde da Família
As inscrições para o Mestrado Profissional em Atenção Primária em Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família estão abertas até 7 de junho.
Início: previsto para 1º de setembro de 2011 e término em agosto de 2013, integra o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da ENSP, uma iniciativa acadêmica reconhecida pela Capes/MEC.
Seleção: de 29/6 a 3/8 e será realizada por uma comissão formada por docentes credenciados no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Saúde Pública (PPGSS-SP/ENSP/FIOCRUZ)
Mais informações: acesso o edital ou por meio da Plataforma Siga, em www.sigass.fiocruz.br, no link Inscrição, em Saúde Pública ENSP. Para fazer a inscrição, os candidatos devem preencher o formulário eletrônico, também disponível na Plataforma Siga, que, posteriormente, deverá ser impresso, assinado e encaminhado, via Correios (Sedex 10), junto com os documentos exigidos.
Publicado originalmente por Leonardo Savassi
sábado, 30 de abril de 2011
Premio da ENAP consagra Saúde da Família em 1º Lugar
As 10 iniciativas premiadas no 15º Concurso Inovação na Gestão:
1º A Estratégia de Saúde da Família
2º Agroamigo
3º Gestão de Condicionalidades e Acompanhamento das Famílias do Programa Bolsa Família
4º Programa Banda Larga nas Escolas
5º Portal de Periódicos da Capes
6º Agenda Social Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica: Comitês Gestores da Agenda Social
7º Sistema de Controle Logístico de Medicamentos Antirretrovirais (Siclom)
8º Sistema de coleta on-line do Censo Escolar da Educação Básica (Educacenso)
9º Aposentadoria em 30 minutos
10º Projeto Pensando o Direito
sábado, 9 de abril de 2011
Postagens recentes em ESF/ MFC
1) O programa da Vênus e a caça ao SUS
por Leonardo C. M. Savassi, Presidente da Associação Médica de Betim, Professor da Universidade Federal de Ouro Preto, Colunista do Blog Saúde com Dilma.
Nesta postagem, também está inclusa a portaria que reafirma o limite de dois vínculos públicos para médicos no CNES.
2) SAÚDE DA FAMÍLIA: UMA ESTRATÉGIA NECESSÁRIA
por Ricardo Donato Rodrigues e Maria Inez Padula Anderson, Médicos de Família e Comunidade, professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Uma postagem que debate a ESF como estratégia cientificamente embasada para a APS Brasileira.
3) Helvécio Magalhães fala sobre as estratégias do Ministério da Saúde na reorganização da Atenção Básica
Por Paulo Navarro de Moraes, médico residente em Medicina Preventiva e Social da UNICAMP e presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo (AMERESP). Sub-editor do Blog Saúde com Dilma.
Entrevista concedida ao Portal sobre redes de atenção (disponível também na OPAS).
4)A angústia de anunciar e denunciar o SUS
Por Paulo Navarro de Moraes, médico residente em Medicina Preventiva e Social da UNICAMP e presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo (AMERESP). Sub-editor do Blog Saúde com Dilma.
Comenta o conteúdo do Programa Globo Repórter.
Publicado originalmente por Leonardo C M Savassi em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com
segunda-feira, 21 de março de 2011
Tirando "o bode da sala" em 53 dias de governo
Realizamos esta postagem a partir do texto em discussão na lista da SBMFC. A Dra. Maria Inez Padula Anderson é Médica de Família e Comunidade, Professora do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária - FCM/UERJ. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e membro da Confederação Iberoamericana de Medicina Familiar. Esta noite passada, para mim, foi uma das mais angustiantes que passei nos últimos tempos. O motivo da angústia é a preocupação do que pode se descortinar pelas mudanças que foram acenadas para a APS no Brasil, em curtos e iniciais 50 dias de governo.
De fato, avaliar políticas públicas e rever processos requer um "tempo de gestação", um convívio maior com as diferentes interfaces das questões, e, principalmente a capacidade de verificar se tratam-se de propostas de caráter conjuntural ou estrutural. Estas últimas, afetam o coração, a razão de ser, podendo atuar de forma tão desestruturante, que o ponto de (re)equilíbrio só poderá ser alcançado às custas de uma reorganização patológica do sistema.
Quero tentar uma contribuição, que espero seja incrementada pelos demais participantes, de modo que tenhamos todos, argumentos - técnicos e políticos fortes - para lidar com a situação, seja no nível individual/profissional ou de representação social, seja no nível mais local ou mais abrangente, seja agora, seja sempre, pois o caminho pode ser longo. Quem sabe, também, podem auxiliar o próprio MS na reflexão e revisão das questões?
Convido, então, a um desafio. Especialmente aos que acreditamos na APS, não a do paradigma cartesiano anátomo-clínico, mas àquela do paradigma da integralidade biopsicosocial, onde a dissociação e a fragmentação do cuidado na base do sistema é um fator desestruturante da saúde e promotor de adoecimento de pessoas, famílias e comunidades.
O desafio tem por objetivo identificar FORTALEZAS, FRAGILIDADES e estratégias de resolução dos problemas da Estratégia Saúde da Família no Brasil - esta extraordinária forma de ajudar a consolidar o SUS que queremos e que vem, de forma revolucionária, (re)significando atores e ações de saúde com base numa racionalidade menos fantasiosa, e porque não dizer, mais precária e simplista, advinda da ciência cartesiana que, ainda hegemonicamente, domina corações e mentes (e bolsos dos atores e das industrias que se beneficiam com o culto à doença).
Inicio, juntando já algumas reflexões, sujeitas, naturalmente a críticas:
FORTALEZAS DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
- Ter modificado, substancialmente e para melhor, em curto espaço de tempo, importantes resultados e indicadores de saúde do Brasil.
- Ter, em curto espaço de tempo, expandido e ampliado a cobertura assistencial de cuidados primários em saúde para mais de 100.000 milhões de brasileiros.
- Ter constituído uma rede forte, articulada e progressivamente qualificada de APS, levando, como nunca antes, acesso universal e sustendado à saúde da população, com base num novo modelo assitencial.
- Ser baseada em uma racionalidade científica distinta daquela geradora da crise da saúde no Brasil e no mundo.
- Não atuar na doença como disfunção de fragmento do corpo, mas junto às pessoas, famílias e comunidades e seus processos de adoecer.
- Ser baseada numa equipe básica - altamente custo-efetiva - que, atuando na perspectiva da integralidade e apoiada por uma rede de apoio matricial, tem elevada capacidade resolutiva, evitando as digressões e a perversidade dos percursos intermináveis e iatrogenicos dos pacientes pelo sistema de saúde.
- Utilizar, simultaneamente e integrativamente, a Abordagem Individual, a Abordagem Familiar e a Comunitária como estratégias para educar, promover e recuperar a saúde, evitando adoecimentos ou agravamentos desnecessários.
- Não é para pobres ou para ricos. Não é para sistema público ou privado. Aonde é implantada com qualidade, aumenta indistintamente a satisfação dos usuários, a qualidade da asssitencia, alcança melhores resultados em saúde, e até aumenta o " lucro" pois é mais eficaz e efetiva, a um menor custo
- Promove um re-equilibrio saudável na proporção e distribuição de especialistas focais, de um lado, dimunindo o acesso de pessoas sem necessidade e, por outro ampliando o acesso de outros com necessidade e que não têm acesso, seja por desorganização, seja pela não identificação dos casos.
- Ter permitido a alforria, a libertação, de uma especialidade médica - MFC - que durante décadas, tem sido afetada pela ação arrogante e preconceituosa de muitos outros especialistas e especialidades, algumas até bem próximas.
- Ter permitido levar à execução de políticas amplas de inserção organizada da APS nos cursos de graduação.
- Ter ampliado, de forma inigualável a formação e os cenários de capacitação pós-graduada no campo da APS no Brasil
- Ser fonte de reconhecimento nacional e internacional de política de saúde.
FRAGILIDADES DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
- É contra-hegemônica, trazendo ameaças reais e outras imaginárias ao status quo.
- Lida com disciplinas, saberes e especialidades médicas e não médicas desvalorizadas pelo sistema da doença (o que, por outro lado, é sua maior fortaleza).
- Tem dificuldade de prover profissionais qualificados para o trabalho equipes (alerta: esta não é uma dificuldade somente da ESF, representa sim, uma das piores crises da saúde pública do Brasil, hoje);
- O trabalho nem sempre é minimamente reconhecido, as condições de trabalho por vezes não é adequada; não há " respiro" para os profissionais (alerta: esta não é uma dificuldade somente da ESF, representa sim, uma das piores crises da saúde pública do Brasil, hoje);
- Dificuldades e incompetências técnicas e politicas de alguns gestores de saúde, em especial municipais, no planejamento e no enfrentamento dos problemas;
- Irresponsabilidade de gestores e políticos no trato da coisa e do bem público;
- Nestes campos, acima, naturalmente e obviamente, a Saúde da Família também sofre resistências.
Resistências de ordem diversa, mas que atuam sinergicamente. Estas resistências não estão localizadas numa esfera de governo, ou em algum lugar especifico do sistema. São mais ou menos capilares, mais ou menos focais, dependendo do grau de desenvolvimento alcançado. Por vezes, estão entre nós mesmos.
Tento exemplificar com algumas possíveis fontes de resistência:
"dos que lucram com a medicina das doenças" (ai incluídos profissionais e indústrias da saúde);
"dos bem intencionados" aqueles que, contra-produtivamente e pragmaticamente, propõem mudanças estruturais, achando que são conjunturais e contribuem para descontruir as soluções já alcançadas;
"dos desavisados" - aqueles que não tiveram a oportunidade de refletir sobre as limitações do paradigma cartesiano, onde o todo é a soma das partes, fazendo com que saúde seja confundida com bem de consumo, quanto mais especialistas e exames, melhor;
"os do contra mesmo" - aqueles, aparentemente mais fortes mas, na realidade, ameaçados e fragilizados, nas suas certezas, com medo de que as mudanças afetem de forma negativa a sua vida (o que, na grande maioria das vezes, é uma premissa falsa;
"os narcisos, que querem ver valer as suas ideias", para além do conhecimento existente e da experiência acumulada.
É preciso manter e aumentar a potencia da tríade CCC (de Cosme Ordonez, MFC cubano, do alto dos seus 85 anos): agir com Coragem, Coração e Cérebro. Vale a querência genuína de contribuir para preservar a Estratégia Saúde da Família tal como constituida na atualidade, pois este modelo tem demonstrado, para o Brasil e para o mundo, e, principalmente para a população que cuidamos: um avanço, sem precedentes, na qualidade, na organização e na ação dos sistemas de saúde.
Maria Inez Padula Anderson
Médica de Família e Comunidade
Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária - FCM/UERJ
quinta-feira, 3 de março de 2011
Informativo DAB 2011
Para melhorar a comunicação do Departamento de Atenção Básica (DAB), estamos começando a primeira etapa de uma série de avaliações e a sua participação é importante para qualificar o contato com profissionais em saúde e gestores.
Durante todo o mês de março vai estar no site do DAB a primeira enquete sobre a percepção da cobertura, eficiência e conhecimento sobre a Revista Brasileira Saúde da Família. É muito fácil de participar e leva menos de um minuto para informar ao Ministério da Saúde sobre a sua avaliação da revista. Basta acessar o site e colaborar para que a Estratégia da Saúde da Família chegue mais longe e melhor em todo o país.
Participe acessando o site do DAB ou diretamente no link da enquete: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=5926.
Publicado originalmente por Ricardo Alexandre de Souza em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com/
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Saude da Família = 80,7% de satisfação
Resta saber se continuaremos a luz dos “eu-achismos” e das “apostas”, ao invés de considerarmos as evidências.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) lançou nesta quarta-feira um relatório dos Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) avaliando a percepção da população sobre serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O SIPS apresenta a percepção dos entrevistados sobre cinco serviços do SUS: atendimento em centros ou postos de saúde; atendimento pela Saúde da Família; distribuição de medicamentos; atendimento por médicos especialistas; atendimento na urgência e emergência.
Isto considerando-se que a ESF sequer foi implantada plenamente no país, e chega recentemente aos 50% de cobertura, substituindo um modelo que foi majoritário há quatro décadas.
Os resultados do IPEA apontaram que:1) Saúde da Família tem alto índice de satisfação: 80,7% dos entrevistados avaliaram o programa como “muito bom” ou “bom”, 14% como “regular” e apenas 5,4% como “ruim” ou “muito ruim"
2) Urgência e emergência é o serviço do SUS com pior avaliação: 31,4% dos usuários considera "ruim ou muito ruim, 48,1% consideraram “bom” ou “muito bom” o serviço, e 20,7% o qualificaram como “regular”.
3) Os centros e postos de saúde têm rejeição próxima a dos atendimentos de urgência e emergência com 31,1% de avaliações negativas e 44,9% de opiniões favoráveis.
4) distribuição de medicamentos foi o segundo item mais aprovado com índices de 69,6% e 11% de avaliações positivas e negativas, respectivamente.
5) médicos especialistas obtiveram aprovação de 60.6% dos usuários entrevistados, sendo reprovados por 18,8%.
6)Quem não utiliza o SUS o avalia pior que quem o utiliza. Entre os que tiveram alguma experiência com os serviços do SUS nos últimos 12 meses, a proporção de opiniões "muito bom" ou bom" foi maior (30,4%) do que entre os que não utilizam (19,2%). A proporção de opiniões de serviços “ruins ou muito ruins” foi maior entre os que não tiveram experiência com os serviços pesquisados (34,3%), em comparação com aqueles que tiveram (27,6%). Nos dois grupos predominam as avaliações dos serviços como “regulares”.
7) 42,6% dos brasileiros em geral consideram o SUS regular. Na opinião de 28,9% dos entrevistados no Brasil, os serviços públicos de saúde prestados pelo SUS são muito bons ou bons. Proporção semelhante dos entrevistados (28,5%) opinou que esses serviços são ruins ou muito ruins .
8) Saúde da Família é o serviço mais bem avaliado do SUS em quatro das cinco regiões do país. Apenas no Centro-oeste e Norte a avaliação da Estratégia fica abaixo de 80%, atingindo 85,2% na região Sul.
Esta não é a primeira evidência que aponta que Saúde da Família é uma estratégia bem avaliada. ZILS et al avaliaram a satisfação do usuário do serviço de atenção primária de Porto Alegre, utilizando escalas de avaliação do tipo Likert. O estudo foi conduzido comparando os desfechos de serviços com baixa e alta orientação para a atenção primária. A avaliação das unidades utilizou o PCA-Tool, demonstrando que pacientes atendidos por serviços com alta orientação para a APS apresentam significativamente maior satisfação com o serviço, o que favorece a adesão ao cuidado. O artigo será publicado na RBMFC número 16.Para uma análise mais completa acesse:
Análise do relatório do IPEA (Blog Saúde com Dilma)
Acesse os indicadores do IPEA:
IPEA. Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS). Brasília: IPEA, 2011. 21 p.
Permitida a reprodução desde que citado e linkado o texto.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
UFMG - Curso de Especialização Atenção Básica e Saúde da Família (Nescon)
Saúde da Família na UFMG - breve mais um edital do CEABSF
Seleção 2011/1
No link abaixo, os interessados encontrarão todas as informações necessárias para efetuar sua inscrição para o Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, oferecido pela UFMG. Em breve estarão abertas as inscrições para a 5ª turma do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família (Ceabsf).
O curso destina-se a profissionais que estejam vinculados diretamente à estratégia de saúde da família em uma das seguintes condições: a) membro de equipe da estratégia Saúde da Família ou da estratégia de Saúde Bucal; b) coordenador ou gerente da estratégia Saúde da Família, Saúde Bucal ou Agente Comunitário de Saúde.
A coordenação do Programa Ágora, responsável pelo curso, recomenda aos interessados que se antecipem e reúnam a documentação necessária, além de acompanhar as notícias neste site:
Comunicação Nescon
(31) 3409-9790
comunicacao@nescon.medicina.ufmg.br
Publicado originalmente em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com/
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Sala de Convidados (Canal Saúde): Educação em Saúde - Programa Saúde na Escola (PSE)
O Programa Saúde na Escola (PSE) foi criado em 2008, através de uma parceria entre os Ministérios da Saúde e Educação com o objetivo de reforçar a prevenção à saúde dos alunos brasileiros e construir uma cultura de paz nas escolas.
O PSE é dividido em quatro blocos:
O primeiro consiste na avaliação das condições de saúde;
O segundo trata da promoção da saúde e da prevenção;
O terceiro é voltado à educação permanente e capacitação de profissionais e de jovens;
O quarto prevê o monitoramento e a avaliação da saúde dos estudantes.
O tempo de execução de cada bloco é planejado pela Equipe de Saúde da Família levando em conta o ano letivo e o projeto político-pedagógico da escola. Todas as ações do programa são possíveis de serem realizadas nos municípios cobertos pelas equipes do Saúde da Família.
Para debater o assunto foram convidados:
Marta Klumb Rabelo – Coordenadora do Programa Saúde na Escola/ MEC;
Claunara Schilling Mendonça – Diretora do Departamento de Atenção Básica/ MS;
Mª das Merces Navarro - Fiocruz e Programa Saúde na Escola do Rio de Janeiro.
Durante o programa, o público pode participar ao vivo pela web na sala de bate papo ou assistir pela NBR e ligar gratuitamente para 0800 701 8122, ou antecipar perguntas e comentários pelo canal@fiocruz.br.
Para assistir no site do Canal Saúde, acesse canalsaude.fiocruz.br e clique na TV. Para saber como ver a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr.
Os municípios interessados devem manifestar vontade em aderir ao programa. A Portaria do Ministério da Saúde define os critérios e recursos financeiros pela adesão e a elaboração dos projetos pelos municípios. Acesse:
Portaria 1.861, de 4 de setembro de 2008, define critérios e traz o Termo de Adesão dos municípios
Cadernos da Atenção Básica - Saúde na Escola
Fonte:
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 / canal@fiocruz.br
Canal Saúde / Fundação Oswaldo Cruz
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Blog do Doutor Leonardo - OMS e SUS
Nele, o blogueiro aponta que o último número do Bulletin of the World Health Organization (Boletim da Organização Mundial da Saúde) trouxe uma matéria (em inglês) sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). A OMS coletou depoimentos de brasileiros que conhecem o SUS para fazer o relato.
Acesse:
Doutor Leonardo
.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Atualizando: Blogs em APS/ MFC/ ESF
Blog Saúde Ativa (BA)
APS em bom Português (CE)
Blog Doutor Leonardo (Saúde da Família) (ES)
Blog Informática Médica no PSF (MG)
Blog Liga Acadêmica de MFC de Uberaba (MG)
Blog Portal Acadêmico AMMFC (MG)
PSF Fortuna de Minas (MG)
Blog do PSF Perpétuo (RJ)
Blog do PSF Pimenteiras (RJ)
Blog do PSF Santa Marta (RJ)
Blog do Estágio Rural em Saúde da Família de Nova Petrópolis (RS)
Blog Antropologia e APS (RS)
Akademia Medica (SP)
Blog Medicina General y Familiar (ARG)
Blog Medicina Familiar de Ruben Roa (ARG)
Colaboración Salud Pública, Atención Primaria y Salud Comunitaria (ESP)
El Supositório (ESP)
Medicina Geral e Familiar (POR)
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domingo, 15 de agosto de 2010
Revista Brasileira de Saúde da Família destaca Blogs da área
Esta semana foi lançado o nº 23 da "Revista Brasileira de Saúde da Família", uma publicação do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde.
Uma das reportagens de destaque traz nas páginas 6 a 10 entrevistas sobre o uso de meios de comunicação informatizados (blogs, sites de relacionamentos, etc.) como ferramenta de trabalho e divulgação em Saúde da Família.
São vários blogs, páginas no Orkut, Twitter e Facebook, os quais a RBSF dará destaque, antenada com as várias facetas da comunicação no século XXI e valorizando, a atuação, trabalho e dedicação dos profissionais da Saúde da Família.
Segundo a RBSF:
"Abusando da ausência de barreiras e limites, médicos, agentes comunitários de saúde, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e outros simpatizantes passaram a utilizar esses espaços como ferramenta de troca de experiências e compartilhamento de saberes. E, para dar início aos destaques no mundo virtual, a RBSF partiu em busca de alguns blogs que têm como pauta central a Estratégia Saúde da Família."
Foram selecionados os blogs que tratam do cotidiano das equipes de saúde da família, foco desta primeira de uma série de reportagens da RBSF, como:
Este número da RBSF em particular traz também outros destaques de enorme relevância para a Medicina de Família: uma matéria trata do Acolhimento, outras duas sobre a aplicação dos instrumentos de planejamento AMQ (avaliação para a melhoria da qualidade) e Prograb, e outro sobre a formação em APS no mundo. Vale a pena conferir toda a revista.
Acesse o número 23 da RBSF:

quinta-feira, 1 de julho de 2010
Programa Ágora - CEABSF (EAD) - Edital 2o Semestre de 2010

Programa ÁGORA
Ágora.[Do grego agorá] S.f. Praça das antigas cidades gregas, na qual se fazia o comércio e onde se reuniam, muitas vezes, as assembléias do povo. (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa).
Ágora é um programa interdisciplinar, interdepartamental, interunidades e interinstitucional que articula ensino - pesquisa - extensão, implementado pelo Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da UFMG (NESCON), responsável pelo Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde a Família – CEABSF – seu principal projeto.
Participam as faculdades de Educação, Medicina e Odontologia e a Escola de Enfermagem da UFMG, a Cátedra UNESCO de Educação Continuada, e o Centro de Apoio à Educação a Distância - CAED. Integra o Sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB e a Universidade Aberta do SUS – UNA-SUS.
É apoiado pelo Ministério da Saúde, Ministério da Educação e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES. O CEABSF – oferecido na modalidade Educação a Distância e oferecido aos profissionais médicos, cirurgiões-dentistas e enfermeiros integrantes de equipes de Saúde da Família.
Neste Edital há a abertura de vagas para Equipes dos Núcleos de Apoio ao Saúde da Família, da área da Educação Física. Ainda não há previsão de abertura para outros profissionais da saúde envolvidos com os NASF.
Maiores informações:
http://www.nescon.medicina.ufmg.br/agora/
http://agora.nescon.medicina.ufmg.br/inscricao/editais/CEABSF_2010-2_PSF.PDF
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Especialização CEABSF Nescon
Saúde da Família na UFMG - breve mais um edital do CEABSF
Ate a 1ª quinzena de janeiro estarão abertas as inscrições para a 4ª turma do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família (Ceabsf). Nesta edição poderão participar profissionais que estejam vinculados diretamente à estratégia de saúde da família em uma das seguintes condições: a) membro de equipe da estratégia Saúde da Família ou da estratégia de Saúde Bucal; b) coordenador ou gerente da estratégia Saúde da Família, Saúde Bucal ou Agente Comunitário de Saúde.A coordenação do Programa Ágora, responsável pelo curso, recomenda aos interessados que se antecipem e reúnam a documentação necessária, além de acompanhar as notícias neste site:
Comunicação Nescon
(31) 3409-9790
comunicacao@nescon.medicina.ufmg.br
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Mais do 10o Congresso - Medicina Rural
Estágio Rural em Saúde da Família
Leonardo Vieira Targa, MFC gaúcho, traz os resumos de duas apresentações sobre Medicina Rural no Blog homônimo. As apresentações ocorreram durante o X Congresso Brasileiro de MFC em Florianópolis, no Simpósio "Interiorização da Medicina e Medicina Rural" do qual o colega foi participante.
Confira:
Apresentação da Experiência de Nova Petrópolis no X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade
Resumo de Trabalho Aprovado para Apresentação no X Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade - Estágio Rural Potencializa Interiorização do Médico de Família e Comunidade
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Divulgando: [SBMFC] blog antropologia e aps
MFC Nova Petrópolis RS
Mestrando em Antropologia Social UFRGS
Estágio Rural em Medicina de Família e Comunidade - Convênio com GHConceição
Antropologia e Atenção Primária à Saúde
Espaço de aproximação entre atenção primária à saúde (APS) e antropologia. Destinado especialmente para profissionais da saúde, estudantes e residentes interessados em enriquecer suas práticas a partir de outras perspectivas.
Visite:
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Saúde de Família reduz gravidez na adolescência
- "Por causa dessas iniciativas, meninas e meninos estão mais informados sobre saúde sexual e reprodutiva e têm mais acesso a preservativos", diz a coordenadora da área de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare.
A região que mais registrou partos em adolescentes foi o Nordeste: 175.868, uma redução de 27,8% com relação aos partos feitos em 1998.
Para o governo, o aumento da presença de equipes do programa Saúde da Família nas comunidades também influenciou na queda da maternidade de adolescentes. Na pauta dos agentes de saúde entram explicações sobre planejamento familiar.
Fonte: O Globo
Data da Publicação : 24/09/2009
Data da Retirada : 24/10/2009
Obs: copiado ipsis literis do Portal do Ministério da Saúde/ Departamento de Atenção Básica
sábado, 3 de outubro de 2009
Desempenho da ESF no controle da tuberculose
Rev. Saúde Pública, ahead of print Epub Sep 18, 2009
RESUMO
OBJETIVO: Analisar o acesso ao tratamento para tuberculose em serviços de saúde vinculados ao Programa Saúde da Família e em ambulatório de referência.
MÉTODOS: Foi realizado estudo do tipo inquérito descritivo, em 2007, com 106 pacientes que receberam tratamento para tuberculose no período de julho/2006 a agosto/2007 em Campina Grande, PB, vinculados ao Programa Saúde da Família (PSF) e em ambulatório de referência. Para avaliação de serviços de saúde, foi utilizado o instrumento Primary Care Assessment Tool, validado e adaptado para atenção à tuberculose no Brasil. As principais variáveis analisadas se referiam a locomoção e distância ao serviço e supervisão dos doentes.
RESULTADOS: Dos 106 doentes, 83,9% realizaram tratamento auto-administrado e 16,0% tratamento supervisionado. Os indicadores das unidades PSF e ambulatório de referência, considerados semelhantes (p>0,05), foram: 65,1% "perder o turno de trabalho para consultar"; 65,0% "utilizar o transporte motorizado"; 50,0% "sempre pagar pelo transporte motorizado" e 69,0% não fazer o "tratamento em unidades de saúde perto do seu domicílio". Os indicadores "utilizar transporte motorizado", "pagar pelo transporte para consultar", "fazer tratamento perto de casa" foram estatisticamente diferentes (p<0,05)
CONCLUSÕES: Apesar de o município ter 85 equipes de PSF, o tratamento supervisionado foi incorporado por poucos. Embora o tratamento da tuberculose seja disponibilizado pelo serviço público de saúde, ainda representa um custo econômico para o paciente em função da necessidade de deslocamento até o serviço de saúde, bem como a perda do turno de trabalho para ser consultado.
Acesse:sexta-feira, 25 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Uma Revista Inteira de Saúde da Família
Publicado o Suplemento de Setembro/ Outubro de 2009 inteiramente dedicado a Estratégia Saúde da Família, com artigos de José Gomes Temporão - Ministro da Saúde, Claunara Schilling Mendonça - Diretora de Atenção Básica, além de debates, tribuna e artigos originais. Importante reflexão sobre o que se está discutindo na estratégia sob vários ângulos. Vale a pena conferir.
Acesse:
Ciênc. saúde coletiva vol.14 supl.1 Rio de Janeiro set./out. 2009